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	<title>REDE ACI &#187; Cultura</title>
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	<description>O Portal da Causa Imperial na Internet</description>
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		<title>2013 &#8211; 152 Anos da Caixa Ecônomica Federal &#8211; Uma Instituição do Império.</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 12:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielzmouta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 12 de Janeiro de 1861 o Imperador Dom Pedro II assinou o decreto 2.723 que aprovava a criação de uma Caixa Econômica e um Monte de Socorro na Corte. (Imperial Caixa Econômica e Monte Socorro) Cuja finalidade era de conceder empréstimos e de estimular o hábito de poupar entre a população até então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 12 de Janeiro de 1861 o Imperador Dom Pedro II assinou o decreto 2.723 que aprovava a criação de uma Caixa Econômica e um Monte de Socorro na Corte. (Imperial Caixa Econômica e Monte Socorro)</p>
<p>Cuja finalidade era de conceder empréstimos e de estimular o hábito de poupar entre a população até então tida como imprevidente, recebendo pequenas poupanças das classes menos abastadas, incluindo os escravos, que podiam economizar para suas cartas de alforria, pagando juros de 6% a.a., garantindo o governo imperial a restituição dos depósitos a ela confiados.</p>
<p>Antes da criação do Monte de Socorro, existiam no Brasil centenas de casas de penhor, mais conhecidas como Casas de Prego. A origem desse nome deu-se porque era costume dos donos desses estabelecimentos colocarem as jóias empenhadas num prego bem alto, na entrada das lojas, à vista de todos os possíveis interessados em adquiri-las em leilão, caso os verdadeiros donos não pudessem resgatá-las.</p>
<p>O Monte de Socorro na Corte foi inspirado nos Montes Pio ou Montes de Piedade europeus e tinha por finalidade emprestar, por módico juro e sob penhor, as quantias necessárias para socorrer as necessidades urgentes das classes menos favorecidas, que não tinham acesso a estabelecimentos bancários, principalmente para contrair empréstimos. Instalada na Cadeia Velha, na Rua da Misericórdia, hoje Palácio Tiradentes, a Caixa Econômica do Monte de Socorro emprestava pequenas somas sob a garantia de metais preciosos, brilhantes e outros valores. Às 9h da manhã de uma segunda-feira, 4 de novembro de 1861, 10 meses depois da assinatura do decreto por D. Pedro II, a Instituição começou oficialmente suas operações no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 2013, comemora 152 anos de existência, ainda guardando as poupanças de milhões de Brasileiros. E resistindo aos mandos e desmandos dos sucessivos governos.
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</p>
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		<title>Rafael, o Anjo Negro de Pedro II.</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 11:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielzmouta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje fazendo uma limpeza nos meus arquivos, achei uma preciosidade que decidi partilhar aqui. A História Brasileira é ingrata quando não revisionista, pincelada por historiadores de cunho marxista que só enxergam revolução e luta de classe. Pois bem, em meus arquivos achei uma brochura do livro do insigne historiador de Santa Cruz, Benedicto Freitas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje fazendo uma limpeza nos meus arquivos, achei uma preciosidade que decidi partilhar aqui. A História Brasileira é ingrata quando não revisionista, pincelada por historiadores de cunho marxista que só enxergam revolução e luta de classe.</strong></p>
<p><strong>Pois bem, em meus arquivos achei uma brochura do livro do insigne historiador de Santa Cruz, Benedicto Freitas em seu livro: “Santa Cruz, Fazenda Jesuítica, Real e Imperial – Tomo III 1987”, onde conta a história do pagem de Dom Pedro II.</strong></p>
<p><strong>Rafael, que era um rapaz negro veterano da Guerra da Cisplatina, foi encarregado de cuidar de Dom Pedro II, então de tenríssima idade pelo seu pai o Imperador Dom Pedro I, quando este regressou a Portugal.</strong></p>
<p><strong>Rafael, foi mandado vir em 1821 do sul, Pedro I conhecia-o bem. Foi um protetor incansável e extremamente abnegado de Pedro II ainda menino.</strong></p>
<p><strong>Dormia no mesmo quarto, evitava que o Imperador chorasse ou se assustasse “com medo das almas de outro mundo” e outras fantasias tão próprias da solidão, em que prevaleciam estudo áridos, religião, serões insípidos e jogos de mesa silenciosamente praticados – era a educação principesca!</strong></p>
<p><strong>Nisso relata-nos Benedito Freitas:</strong></p>
<p><em><strong>“ Incumbido da guarda e proteção de Dom Pedro II ainda em tenra idade, foi de uma dedicação tal que, até determinadas atribuições das Damas, ele as executava com desembaraço e plena eficiência.</strong></em></p>
<p><em><strong>Dava-lhe os banhos habituais tendo todo o cuidado com a temperatura da água, bem morna sem ser quente, mudava-lhe a roupa e cobria na cama, cabeça de fora, a bela criança pedia ao seu Anjo Negro para contar histórias e outras coisas em que era fértil seu leal servidor.</strong></em></p>
<p><em><strong>Certo dia Dona Leopoldina, ficou enternecida ao contemplar Rafael aquecendo a mamadeira do Menino-Imperador.</strong></em></p>
<p><em><strong>Quando Dom Pedro II não sabia a lição, corria para Rafael pedindo-lhe para o esconder, embora fosse condicionado sempre, que seria a “última vez”&#8230;.Mais tarde Dom Pedro II ensinou Rafael a ler. Por muito tempo Rafael foi 1º Criado Particular do Imperador e em todas as viagens, mesmo ao estrangeiro, o acompanhou de perto.</strong></em></p>
<p><em><strong>A figura quase lendária de Rafael é amplamente descrita no belo livro de Múcio Teixeira, que foi comensal do Imperador por mais de trinta anos, “O Negro da Quinta Imperial”. Rafael contava com 98 anos quando Dom Pedro II foi deposto.</strong></em></p>
<p><em><strong>O “Anjo Negro” do Imperador ignorava o doloroso episódio da prisão do seu amo. Múcio conta a cena da comunicação ao leal macróbio, nas seguintes linhas: “ Manhã sombria. Uma chuva miúda caira pela madrugada do dia 16 de Novembro de 1889.</strong></em></p>
<p><em><strong>As vastas alamedas da Quinta Imperial estavam desertas&#8230;.Rafael, mal raiara a aurora, abandonou seus aposentos, nos baixos do torreão sul, e, muito tremulo, amparado por um rijo bastão, deu início ao seu passeio habitual. Velho e cansado, passara o dia anterior preso ao leito, ignorando que a República havia sido “proclamada” no Brasil.</strong></em></p>
<p><em><strong>Vagarosamente caminhava, ouvindo o gorgeio dos pássaros e contemplando, com olhar nostálgico, os lagos sonolentos. Fitava também os bosques sombrios e admirava a Natureza exuberante. Quantas daquelas árvores gigantescas ele vira nascer, florir e envelhecer!</strong></em></p>
<p><em><strong>Caminhava e meditava, olhando também para o passado, para a sua longínqua mocidade! Quantos sonhos desfeitos!</strong></em></p>
<p><em><strong>“Como é triste envelhecer!” &#8211; murmurava o velho págem imperial. Ao chegar ao portão da Coroa, já ofegante, observou com espanto dois soldados que davam “vivas a república”!  </strong></em></p>
<p><em><strong>Sempre meditando, lentamente regressou ao Paço. Ao aproximar-se do solitário Palácio Imperial, viu o bibliotecário Raposo muito agitado, com cabelos revoltos, andando de um lado para outro lado&#8230;<br />
</strong></em></p>
<p><em><strong>Rafael, muito cansado, curvado e tremulo, sempre amparado pelo seu bastão, dirigiu-se ao bibliotecário do Paço e interrogou-lhe : “Seu Raposo, você enlouqueceu?”  Parando diante do Rafael, o Raposo, como louco, bradou: “Rafael, tu não sabes que ontem foi proclamada a República e que teu Senhor está preso no Paço da Cidade??”.</strong></em></p>
<p><em><strong>Rafael, atordoado, deixou cair o forte bastão, no qual a vinte anos se apoiava seu débil corpo; curvado, ergueu-se, cresceu&#8230;O seu olhar morto e nostálgico, transfigurou-se, como que iluminado por clarões estranhos.</strong></em></p>
<p><em><strong>Levantou o braço direito para o céu e exclamou com voz comovente e sonora: “Que a Maldição de Deus caia sobre a cabeça dos algozes do meu Senhor!”</strong></em></p>
<p><em><strong>E em seguida rolou por terra: estava morto.”</strong></em></p>
<p><strong>São as &#8220;pequenas&#8221; grandes Histórias do Brasil Império, que não são contadas nas Escolas e não fazem parte do currículo, que lamentavelmente fazem-se esquecer nas prateleiras do esquecimento, legando ao Brasil uma cultura de botequim, moldada e forjada pelos sensos comuns grotescos que vemos nas novelas.</strong></p>
<p><strong>Daniel Zumelzu Mouta &#8211; Carioca, 30 anos é membro fundador da Causa Imperial, trabalhou na Casa Imperial do Brasil em São Paulo, hoje residente no Porto, Portugal.</strong></p>
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		<title>PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 21:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Carvalho Stark</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Por que esse aviso é tão recorrente quando consultamos a programação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro? por Andrea Carvalho Stark Rio de Janeiro, 1850 -  A nova década começava sem bons agouros. O segundo filho de D Pedro II, o príncipe D. Pedro Afonso, falece subitamente na Fazenda de Santa Cruz , aos 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Por que esse aviso é tão recorrente quando consultamos a programação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro?</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>por <strong><a href="http://www.causaimperial.org.br/?cat=461" target="_blank">Andrea Carvalho Stark</a></strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>Rio de Janeiro, 1850</strong> - </em> A nova década começava sem bons agouros. O segundo filho de D Pedro II, o príncipe D. Pedro Afonso, falece subitamente na Fazenda de Santa Cruz , aos 2 anos de idade. Era a segunda vez que o Imperador enfrentava a perda prematura de um filho. A epidemia de febre amarela se intensifica e atinge fatalmente muitos dos artistas italianos que compunham os corpos artísticos do principal teatro da corte, o Teatro São Pedro de Alcantara, o palco da ópera e do balé. Na lista de vítimas do mosquito <em>aedes agypti</em>,  encontram-se o médico Antonio Baderna – que chegou ao Brasil com sua filha, a bailarina Marietta Baderna – o tenor Bassadona, o baixo Bianchi di Massoletti e o pintor cênico Lorenzo Scarabelloto. O Teatro São Pedro de Alcântara fecha por vários períodos no ano.</p>
<p>Por fim, a sociedade de acionistas do Teatro São Pedro de Alcântara se desfaz, dando “calote” em alguns artistas e fornecedores, além de deixar seus cantores, músicos, atores e bailarinos sem trabalho e salário. O tipógrafo e editor Paula Britto junta-se aos cantores Felippe Tati, Constante Cappurri, Carolina Castelli, Giuseppe Marchese, Marietta Marchese nas assinaturas de um documento enviado ao Ministério do Império, cobrando pagamento por trabalhos, no caso de Paula Britto, por impressões de sua tipografia, enquanto os demais reclamavam ordenados vencidos. Revelam que depois da venda do guarda-roupa, cenário e utensílios do teatro por causa da hipoteca, eles não foram pagos.</p>
<p>Perante essa situação, os artistas seguiram outros rumos. Uns continuaram na música, mas como professores. Assim fez Archangelo Fiorito que em 1851, anunciava suas aulas particulares de piano e canto na Rua do Engenho Velho, 71. E iniciou um outro negócio que nada tinha a ver com suas atividades de músico: o Imperador lhe concedeu o privilégio exclusivo, por cinco anos, de fabricar massas alimentares, desde que se comprometesse a empregar farinhas fabricadas no país.</p>
<p>Outros desistem. Como o espanhol A. Castagnera, que depois de 12 anos de Brasil, se suicidou estrangulando-se com algumas tiras de lençol em 1851. Com quatro filhos e mulher para sustentar não garantia a sobrevivência com seu salário de corista da Companhia Italiana de ópera.</p>
<div id="attachment_2251" class="wp-caption alignleft" style="width: 194px"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/candiani3.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-2251" title="Augusta " src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/candiani3-184x300.jpg" alt="" width="184" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora italiana Augusta Candiani, como &#8220;Norma&#8221;, que seguiu para Recife na crise do ano de 1850. (Foto do acervo de Andrea Carvalho Stark)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outros se mudam. A cantora lírica Ida Edelvira segue para Buenos Aires em 1849.  A prima-dona Augusta Candiani, soprano que estreou a “Norma” de Bellini no Brasil, vai para Recife, onde atua nos Teatros Santa Isabel e Apollo, junto com diversos músicos, cantores e bailarinos dos elencos desfeitos do São Pedro.</p>
<p>Essa crônica de uma crise em nosso passado mais remoto, e também desconhecido por muitos, nos vem à memória por conta do atual estado precário da produção de ópera e balé do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que hoje corresponderia ao Teatro São Pedro de Alcântara, em nível de importância e proeminência.</p>
<p>Não somos mais a Corte. Somos hoje a cidade que abrigará importantes eventos internacionais, no âmbito do esporte. Somos vitrine do mundo, ou quase. Nossos monumentos são declarados Patrimônios Mundiais da Humanidade. Os corpos artísticos do Theatro Municipal, por lei, são <a href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/contlei.nsf/f25edae7e64db53b032564fe005262ef/04227a2a74abc4778325773100715e44?OpenDocument">Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro</a>. Somos um novo Rio. Assim nos dizem.</p>
<p><strong><em>Rio de Janeiro, 2010</em></strong> – Depois de dois anos de reformas, o público carioca ganha um Theatro Municipal novinho. Reinaugurado em maio de 2010, na sua parte externa já se percebia o quilate da reforma, a águia dourada brilha ao longe. A mesma águia que pela primeira vez, depois de quatro anos e meio de obra, já impressionava no dia de sua inauguração em 1909, com discurso de Olavo Bilac, e a presença do presidente Nilo Peçanha e do então prefeito Sezerdelo Correa. O Teatro São Pedro de Alcântara ainda existia, mas o que abrigava óperas era o Lírico, ali vizinho do Municipal. Mas ambos já eram considerados obsoletos. Afinal, eram esses os teatros que a família imperial frequentava em um tempo que a República desejava apagar de vista.</p>
<p>Contraditoriamente, um velho costume do Império continuou. Artistas continuavam a chegar da Itália, dessa vez sob a organização de empresários que atuavam no eixo Rio de Janeiro, São Paulo, Montevidéu e Buenos Aires. Mesmos artistas e mesma programação circulavam por essas cidades, o que era muito comum mesmo no século XIX, especialmente entre Rio e Buenos Aires. A partir de 1920, esses mesmos empresários passaram a contratar alguns artistas locais, principalmente músicos, pois já havia orquestras importantes na época, como as do Centro Musical do Rio de Janeiro,Centro Sinfônico Leopoldo Miguez e, a partir de 1913, a Sociedade dos Concertos Sinfônicos,dirigida por Francisco Braga. A contratação de artistas locais se intensificou quando Buenos Aires passou a municipalizar sua produção para seu Teatro Colon, o que quebrou a corrente nesse trânsito de elencos.</p>
<div id="attachment_2247" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/LA-FORZA-DEL-DESTINO-TMRJ-1951-Beniamino-Gigli-e-Giulio-Neri.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-2247" title="LA FORZA DEL DESTINO - TMRJ, 1951 - Beniamino Gigli e Giulio Neri" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/LA-FORZA-DEL-DESTINO-TMRJ-1951-Beniamino-Gigli-e-Giulio-Neri-300x233.jpg" alt="" width="300" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">LA FORZA DEL DESTINO, TMRJ, 1951 &#8211; Beniamino Gigli e Giulio Neri em cena e orquestra do teatro.</p></div>
<p>Mas somente em 1931 foi criada a orquestra oficial do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, pondo fim ao sistema de contratação de músicos avulsos, com profissionais escolhidos por concurso que teve a regência de Francisco Braga, o primeiro maestro titular da orquestra. Desde então, grandes nomes essa orquestra e também seu coro, criado em 1933, têm reunido em suas produções. Nomes relevantes do cenário nacional e internacional. Villa-Lobos, Mignone, José Siqueira e Lorenzo Fernandez são alguns dos nacionais. No Theatro Municipal cantaram, entre muitos outros, Enrico Caruso, Beniamino Gigli, Bidú Sayão, Renata Tebaldi, Maria Callas, dirigidos por Pietro Mascagni, Felix Weingartner, Fritz Busch, Carl Ebert.</p>
<div id="attachment_2250" class="wp-caption aligncenter" style="width: 245px"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/LA-TRAVIATA-TMRJ-1979-FRANCO-ZEFFRELLI-E-NELSON-PORTELLA.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-2250" title=" FRANCO ZEFFRELLI E NELSON PORTELLA" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/LA-TRAVIATA-TMRJ-1979-FRANCO-ZEFFRELLI-E-NELSON-PORTELLA.jpg" alt="" width="235" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Franco Zeffirelli e Nelson Portella, por ocasião da montagem de &#8220;La Traviata&#8221;, TMRJ, 1979,</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa época de ouro, os espetáculos líricos tinham a direção cênica de nomes como Franco Zefirelli, Lamberto Puggelli, Sergio Brito, Adolfo Celli, Gianni Rato, Wolfgang Wagner, Hugo de Anna e Margarita Wallmann. O teatro dramático também tinha espaço. Foi no Theatro Municipal que ocorreu a estreia de “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em dezembro de 1943, que marcou o inicio do teatro moderno.</p>
<p>A bailarina russa Maria Olenewa criou a Escola de Dança do Theatro Municipal, que hoje leva seu nome,  em 1927. Mas antes disso,  suas alunas e alunos  já se apresentavam no palco do teatro, até a  criação oficial do corpo de balé em 1936.</p>
<p>O Theatro Municipal do Rio de Janeiro é uma das mais importantes casas de espetáculos do Brasil e da América do Sul. É um palco da ópera, do balé, do concerto. Dois anos depois de sua reinauguração o que temos, além da beleza do prédio mesmo com problemas aqui e ali (houve uma queda do teto logo após a reinauguração), é uma programação repetida, talvez mesmo preguiçosa. A programação se resume a três produções, basicamente: o balé “Coppelia”, a ópera “Viúva alegre” além do balé “Quebra nozes”, que são repetidas e repetidas a exaustão em várias temporadas. E são as únicas que fazem uso do corpo de baile, coro e orquestra do teatro.</p>
<p>A programação disponível no<a href="http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/" target="_blank"> site da instituição </a> pode ser acessada por  todos. Percebe-se que nada há de contemporâneo, nada novo, nada realmente empolgante sendo produzido pelo teatro. Sim, o pianista Keith Jarrett é empolgante. Mas não foi produção do teatro, é somente a sublocação de seu espaço para produtoras independentes.</p>
<p>No que se refere à música clássica, a Orquestra Sinfônica Brasileira se mostra como uma avassaladora presença. Mas a OSB não é um corpo artístico da instituição, seus recursos e gerência vêm de outras fontes, então, o que acontece com o orçamento do teatro para produzir seus eventos com seus competentes corpos artísticos? É pouco? Existe? Não existe? Parece que um certo descaso da política cultural atinge um dos espaços mais importantes da nossa cidade.</p>
<div id="attachment_2248" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/foto-da-iris-braga-ferreira.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-2248" title="Alunas da escola de dança Maria Olenewa." src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/foto-da-iris-braga-ferreira-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Alunas da escola de dança Maria Olenewa. (foto de Iris Braga Ferreira.)</p></div>
<p>A Escola Estadual de Danças Maria Olenewa é um bom exemplo a ser lembrado nesse sentido. Se alguém passar superficialmente a vista pelo interior de suas instalações na Rua Visconde de Maranguape, 15, Lapa, irá concluir o quanto são guerreiros nossos bailarinos, além de talentosos. As instalações são péssimas há muitos anos e carece sempre de ajuda da Associação de Pais e Amigos da Dança (AMADANÇA) para suprir necessidades básicas, como o papel higiênico ou mesmo a reforma do banheiro feminino da instituição, que foi reformado graças a união dos pais de alunos e alunas. As salas de aula não possuem ar-condicionado, o teto tem problemas sérios de infiltração, os pianos são desafinados, os pianistas acompanhadores são pagos com dinheiro de “caixinha”, o acesso às salas é somente por escada. O balé merece isso? Não. Lembro que a escola atende crianças e adolescentes, a maioria meninas, o ingresso é aos 8 anos e, geralmente, a formatura é aos 17 anos.</p>
<div id="attachment_2118" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/565690_383808835031062_1207487835_n.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-2118" title="ORQUESTRA E CORO DO TMRJ" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/565690_383808835031062_1207487835_n-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra e coro do Theatro Municipal no palco de sua casa. Sem concurso há 10 anos, a falta de profissionais efetivos só espelha o descaso da política cultural em um dos teatros mais importantes da América do Sul. (Foto de Caru Ribeiro)</p></div>
<p>A orquestra do teatro é um outro bom exemplo ilustrativo do descaso. O último concurso para os corpos artísticos foi em 2002. O balé teve seu quadro totalmente preenchido, coro e orquestra não. Existe a carência de novos profissionais que devem ser concursados. A urgência de um concurso público é mais do que importante para completar o quadro da orquestra. Seria um primeiro passo para reerguer a estrutura e repensar a programação, e limitar a sublocação do espaço, o que cria – propositalmente &#8211; uma ilusão de que o teatro produz bastante, como se esses eventos fossem produção própria com seus corpos artísticos.</p>
<div id="attachment_2259" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/alexandre-imagens-fragmentadas-caru-ribeiro-orq-e-coro-2.jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-2259" title="alexandre imagens fragmentadas caru ribeiro orq e coro 2" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/alexandre-imagens-fragmentadas-caru-ribeiro-orq-e-coro-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">&#8221; Alexander Nevsky&#8221;, filme de Eisenstein, música de Prokofiev, apresentada em setembro de 2012, um dos raros momentos em que se pode apreciar o coro e orquestra do Theatro Municipal em cena esse ano. Regência de Silvio Viegas e solos da mezzo-soprano Denise de Freitas. Teria sido perfeito se não houvesse a equivocada concepção “cênica” para a exibição de um filme clássico, com três telas que fragmentavam as imagens. (Foto de Caru Ribeiro)</p></div>
<p>O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi declarado Patrimônio Imaterial Cultural do Estado do Rio de Janeiro pela lei nº 5735, de 27 de maio de 2010. E isso não se deve a suntuosidade de seu edifício, mas aos seus corpos artísticos  que fazem daquele espaço um espaço de arte. “Falar do Theatro Municipal sem seus corpos artísticos seria a mesma relação de um corpo sem alma. (&#8230;) Lembrando ainda, que a população brasileira elegeu o Theatro Municipal do Rio de Janeiro como uma das Sete Maravilhas do Rio de Janeiro, não sendo esta eleição, com certeza, somente pelo seu belíssimo prédio, mas pelas atividades lá apresentadas por seus Corpos Artísticos Permanentes” &#8211;  assim diz o <a href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro0711.nsf/10bcce55ce8dad8283256cee005890dc/f7e411fca0445d568325760700668531?OpenDocument&amp;Start=1&amp;Count=200&amp;Collapse=1.1.1" target="_blank">texto da lei de 2010</a>.</p>
<p>Talvez seja inocência alimentar uma esperança para que no próximo ano possamos ter uma programação digna da nobreza e da beleza de nossa cidade e da capacidade dos artistas do teatro em executá-la. Afinal, 2013 é um ano em que dois bicentenários serão comemorados: Wagner e Verdi. Até agora, nada foi divulgado sobre a programação.  O que irão nos apresentar em relação a essas datas comemorativas?</p>
<p>Realmente, a programação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro não deve ESTAR SUJEITA A ALTERAÇÃO, conforme aparece no link &#8220;Programação&#8221; de seu site,  mas sim SOFRER ALTERAÇÃO, urgente e séria. Nossos artistas lá estão disponíveis,  sendo pagos com dinheiro público, e necessitam recompor seus quadros com profissionais efetivos contratados por concurso público, e depois serem engajados em uma programação cuidadosa, digna de um dos mais importantes teatros de nossa história. E eles não irão fabricar massas alimentares com farinhas fabricadas no país. O que eles fabricam é outra coisa com os ingredientes nacionais: arte.</p>

<div id="attachment_2253" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/CANDIDE-TMRJ-2000-com-Luciano-Botelho-Gustavo-Farina-Marcos-Menescal-e-Fabrizio-Claussen.-De-costas-Fernando-Portari-e-Sandro-Christopher..jpg" rel="lightbox"><img class="size-medium wp-image-2253" title="CANDIDE - TMRJ, 2000  com Luciano Botelho, Gustavo Farina, Marcos Menescal e Fabrizio Claussen. De costas Fernando Portari e Sandro Christopher." src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/CANDIDE-TMRJ-2000-com-Luciano-Botelho-Gustavo-Farina-Marcos-Menescal-e-Fabrizio-Claussen.-De-costas-Fernando-Portari-e-Sandro-Christopher.-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Cena de &#8220;Candide&#8221;, com Luciano Botelho, Gustavo Farina, Marcos Menescal e Fabrizio Claussen. De costas: Fernando Portari e Sandro Christopher. Ópera apresentada em 2000, última fase dos áureos tempos, apesar de não ser tão remota.</p></div>
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		<title>Nelson Pereira planeja filmar perfil de Dom Pedro II</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2012 19:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>causaimperial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aos 83 anos, o cineasta Nelson Pereira dos Santos ainda nem lançou seu segundo filme sobre Antonio Carlos Jobim &#8211; &#8220;A Luz do Tom&#8221;, estreia prevista para agosto &#8211; e já tem projeto engatilhado para 2013. Nada mais nada menos que uma cinebiografia daquele que, para muitos, foi o mais iluminado estadista brasileiro, Dom Pedro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="divMateria">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/09/indice1.jpg" rel="lightbox"><img class="alignleft size-medium wp-image-1992" title="indice1" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/09/indice1-300x244.jpg" alt="" width="300" height="244" /></a>Aos 83 anos, o cineasta Nelson Pereira dos Santos ainda nem lançou seu segundo filme sobre Antonio Carlos Jobim &#8211; &#8220;A Luz do Tom&#8221;, estreia prevista para agosto &#8211; e já tem projeto engatilhado para 2013. Nada mais nada menos que uma cinebiografia daquele que, para muitos, foi o mais iluminado estadista brasileiro, Dom Pedro II.</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pedro de Alcântara que, ao longo de quase 50 anos de reinado manteve a unidade do país de dimensões continentais, travou uma guerra de cinco anos com o Paraguai e conseguiu conduzir a abolição da escravatura. O filme baseia-se na biografia escrita por José Murilo de Carvalho, membro, como Nelson, da Academia Brasileira de Letras. Carvalho escreveu um perfil elogioso, mas não encomiástico. E foi a própria leitura do texto, de estilo preciso e elegante, que levou Nelson a propor ao colega de fardão transpô-lo para o cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O livro do Murilo tem uma estrutura muito interessante&#8221;, diz o cineasta, em conversa com a reportagem. &#8220;Em vez de estabelecer a cronologia tradicional, ele divide a vida de Dom Pedro em pequenos capítulos temáticos que, aí sim, exibem uma cronologia interna.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A sedução pelo formato pouco usual entre historiadores no entanto levou Nelson Pereira a buscar outras soluções de roteiro. &#8220;Imagino, para abrir o filme, a seguinte situação: dia 15 de novembro de 1889, o imperador Dom Pedro II e a família encontram-se aprisionados no Paço Imperial, atual Praça XV, pelos militares que estão proclamando a República no Brasil. Nesse momento, dois tipos de pensamento emergem em sua cabeça: o primeiro, a longa luta travada para abolir a escravidão no Brasil; a segunda volta-se para uma certa senhora baiana e mulata&#8221;, diz, brincando.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, se pudéssemos adivinhar o que se passava pela cabeça de Pedro, ao ver-se destituído do trono, talvez fossem esses os pensamentos dominantes. A luta para extirpar a chaga da escravidão, e que não foi apenas de Dom Pedro mas de todos os abolicionistas, e a imagem de uma mulher onipresente em sua vida afetiva &#8211; a condessa de Barral. A partir desses dois pensamentos convergentes, Nelson pretende reconstruir a trajetória de Pedro de Alcântara, que assumiu o trono brasileiro aos 15 anos de idade e reinou por 49 anos, três meses e 22 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">O relacionamento com a condessa de Barral foi quase tão longo quanto o reinado de Dom Pedro. Eles se conheceram em 1856, quando o imperador tinha 31 anos e ela, quase 40. Chamava-se Luísa Margarida Portugal de Barros e era filha de Domingos Borges de Barros, visconde de Pedra Branca. &#8220;A irmã de Pedro indicou essa condessa como preceptora das suas filhas&#8221;, diz Nelson. Ela veio da França e assumiu a educação de Isabel e Leopoldina. Encantado com a mulher cosmopolita, não era raro que o monarca acompanhasse as lições que dava às princesas, e assim o caso entre os dois teria nascido.</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pedro morreu no exílio, em 1891, e começou a ser reabilitado de maneira oficial, apenas em 1922, no centenário da Independência. O decreto de banimento foi revogado e os restos mortais puderam ser repatriados. Estátuas surgiram e sua efígie de barbas brancas, ar sábio e bondoso passaram a frequentar os livros escolares e a imaginação histórica dos brasileiros. Poliglota, justo, &#8220;republicano&#8221; apesar da coroa, cultor das artes e das ciências, honesto e defensor da liberdade de imprensa, mesmo quando por ela atacado e ridicularizado &#8211; espanta que, a esta altura do campeonato, o cinema também se interesse por ele? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: Agência Estado</strong></p>
</div>
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		<title>Exposição traz fotos inéditas da intimidade da antiga família real</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 23:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luan Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma coleção de fotos da família real no Brasil está permitindo aos brasileiros conhecer a rotina e a intimidade dos integrantes da Corte. As imagens expostas no Rio estavam guardadas há mais de 100 anos. Dom Pedro II parecia sisudo, mas não era. Aberto a novidades e apaixonado por fotografia, fez um álbum de família [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/02/FAMLIA-IMPERIAL-BRASILEIRA.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-585" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/02/FAMLIA-IMPERIAL-BRASILEIRA.jpg" alt="" width="400" height="354" /></a></p>
<p>Uma coleção de fotos da família real no Brasil está permitindo aos brasileiros conhecer a rotina e a intimidade dos integrantes da Corte. As imagens expostas no Rio estavam guardadas há mais de 100 anos.</p>
<p>Dom Pedro II parecia sisudo, mas não era. Aberto a novidades e apaixonado por fotografia, fez um álbum de família junto com a princesa Isabel e seus descendentes.</p>
<p>A pintura a óleo ainda era a principal referencia da Corte, mas Dom Pedro já queria ser fotografado enquanto posava para um pintor em 1865.</p>
<p>Uma exposição apresenta pela primeira vez 150 fotografias originais e negativos em vidro de fotógrafos brasileiros e europeus escolhidos pelo imperador.</p>
<p>O acervo pertence a Dom João de Orleans e Bragança, tetraneto de Pedro II, fotógrafo e também curador da exposição.</p>
<p>“A fotografia na época era parte de um século, o século XIX, de mudanças no mundo. Era você fotografar, você gravar a realidade. Não uma pintura, que pintava de acordo com o olho do pintor e do pintado. E Dom Pedro II quis que o Brasil não perdesse esse trem”, conta o herdeiro.<a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/02/as_621016689264853.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-586" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/02/as_621016689264853.jpg" alt="" width="343" height="180" /></a></p>
<p>O que se vê são vários momentos da vida privada dessa família, como a princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, trocando afeto com os filhos e o marido. As crianças brincam como em qualquer família. Fotos bem comportadas, mas incomuns para outras Cortes do século XIX.<a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/02/nascimento-princesa-isabel-002.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-587" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/02/nascimento-princesa-isabel-002.jpg" alt="" width="231" height="350" /></a></p>
<p>“Eu acho que aqui há um traço brasileiro, um traço tropical. Você tem uma família imperial que tem um grande despojamento. Transparece em muitos momentos, primeiro a família e, secundariamente, a sua condição de família imperial”, explica o coordenador do Instituto Moreira Salles, Sérgio Burgi.</p>
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		<title>As Varias Faces de D.Pedro II</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 21:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luan Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Alem de exímio Imperador,o nosso D.pedro II também se dedicava a diversas outras atividades,agora analisaremos cada uma delas . O FOTÓGRAFO A fotografia chegou no Brasil no dia 16 de janeiro de 1840, pelas mãos do abade LOUIS COMPTE, capelão de um navio-escola francês que aportou de passagem pelo Rio de Janeiro. Ele foi o autor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Alem de exímio Imperador,o nosso D.pedro II também se dedicava a diversas outras atividades,agora analisaremos cada uma delas .</h2>
<p><strong>O FOTÓGRAFO</strong></p>
<p>A fotografia chegou no Brasil no dia 16 de janeiro de 1840, pelas mãos do abade LOUIS COMPTE, capelão de um navio-escola francês que aportou de passagem pelo Rio de Janeiro. Ele foi o autor das três primeiras fotos tomadas em solo brasileiro: do Paço Imperial, do chafariz de mestre Valentim e da praia do Peixe, no Rio de Janeiro e foi responsável por apresentar o grande invento ao imperador D. Pedro II.</p>
<p>Não foi difícil iluminar os olhos do jovem imperador que em um piscar tornou-se o primeiro fotógrafo brasileiro com apenas 15 anos de idade. Para isto encomendou o seu próprio daguerreótipo em Paris, comprando-o por 250 mil réis.</p>
<p>Tomando mais experiência o imperador começou a tirar fotos dele mesmo, paisagens e de outras pessoas. As fotografias tiradas por Pedro II eram registradas em negativos de vidro, em grandes formatos &#8211; o que resultava em alta qualidade.</p>
<p>Mais tarde, já um grande colecionador e um verdadeiro mecenas dessa arte, o imperador atribuiu títulos e honrarias aos principais fotógrafos atuantes no país. Promoveu a arte fotográfica brasileira e difundiu a nova técnica por todo o país. Investiu muito na construção de sua biblioteca particular que incluía um grande acervo de fotografias. A maior parte desse acervo ficava em instalações especialmente construídas no último andar do Paço Imperial outra parte dividida entre o palácio da Quinta da Boa Vista e na sua residência de veraneio em Petrópolis.</p>
<p><strong> Nas suas viagens</strong><strong> </strong>pelo exterior sempre levava uma comitiva de especialistas nos temas locais e também um fotógrafo, responsável por registrar sua passagem pelos diversos locais que visitava e fotos da família real.</p>
<p><strong>Após 15 de novembro</strong> o Imperador foi banido com a família real, pelo regime republicano. A biblioteca, como outros bens aqui deixados, foi confiscada pelo governo republicano. Após tensas negociações o monarca, antes que todo seu acervo fosse desfeito ou perdido, decidiu doar o acervo constituído por livros, publicações periódicas, mapas, partituras, desenhos, estampas, fotografias e outros documentos, à Biblioteca Nacional, ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e ao Museu Nacional.</p>
<p>A única exigência de D. Pedro II foi que as partes doadas às duas primeiras instituições mantivessem as suas respectivas unidades sob o nome da Imperatriz, &#8220;Coleção D. Thereza Christina Maria&#8221; e que a terceira parte, doada ao Museu Nacional, recebesse o nome de sua mãe, &#8220;Coleção Imperatriz D. Leopoldina&#8221;. Coube à Biblioteca Nacional a maior parte desse acervo particular de D. Pedro II, inclusive quase trinta mil fotografias, constituindo-se assim na maior doação de toda a sua história. Estava incluída nele a parte mais considerável de suas fotografias.</p>
<p>A poeira do esquecimento cobriu parte deste tesouro e somente no início da década de 1990, veio à tona novamente. Lá estavam na Biblioteca Nacional, enroladas dentro de caixas metálicas, as fotografias tiradas durante a segunda metade do século 19. Fotos de viagens à Espanha, Itália, Síria, Líbano, Egito, Jerusalém; cenas domésticas.</p>
<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/d-pedro-ii-e-a-familia-imperial-na-inauguracao-da-estrada-de-ferro1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-441" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/d-pedro-ii-e-a-familia-imperial-na-inauguracao-da-estrada-de-ferro1.jpg" alt="" width="527" height="334" /></a></p>
<p>Num processo pioneiro na América Latina, iniciaram-se os trabalhos de restauração e recuperação das 25.000 fotos da Coleção D. Thereza Christina Maria, reunidas pelo Imperador D Pedro II. A vasta gama de temas ainda está sendo restaurada e catalogada e, além de trazer aos nossos dias o espírito daquele jovem visionário imperador, resgatou a realidade nacional e internacional da época.</p>
<p><strong>O EGIPTÓLOGO</strong></p>
<p><strong>O estudo pelo antigo Egito</strong> foi objeto de fascínio dos dois imperadores brasileiros. Motivado pelo interesse pessoal e pelos objetos deixados pelo pai, que até adquiriu uma múmia rara da região de Tebas, D. Pedro II, um poliglota e estudioso, foi o primeiro governante brasileiro a viajar ao Egito na época de 1870.</p>
<p>Em seu acervo constavam três múmias femininas e uma delas, a sacerdotisa Sha-Amon-em-su, ( a cantora sagrada de Amon) é uma das oito do mundo que encontra-se com os braços enrolados separados do corpo e seu sarcófago ainda está lacrado. Graças a um exame de tomografia foi constatado que a múmia possui todos os amuletos de ouro, incluindo o escaravelho azul.</p>
<p>A imperatriz Teresa Cristina trouxe como dote mais de 700 itens distribuídos entre vasos de cerâmica, lamparinas e estatuetas de terracota, objetos de bronze, esculturas em pedra, frascos de vidro e outros, a coleção Grego-romana.<br />
Outros elementos da coleção, como os vasos etruscos, foram encontrados durante as escavações arqueológicas promovidas pela própria Imperatriz em suas terras, integrando seu dote de casamento.  As peças datam de um período histórico que se estende do Séc. VII A.C ao Séc. III D. C.</p>
<p>Foi por intermédio dela que, em 1853, seu irmão Fernando II, Rei das Duas Sicílias, mandou para o Brasil peças de vários sítios arqueológicos da Itália, a maioria de Herculano e Pompéia.<br />
O  Imperador contribuiu com diversas peças de arte egípcia, fósseis e exemplares botânicos, entre outros itens, obtidos por ele em suas viagens. Desta forma o Museu Nacional se modernizou e tornou-se o centro mais importante da América do Sul em História Natural e Ciências Humanas.</p>
<p><strong>PROTETOR DA CULTURA</strong></p>
<p><strong>A presença ativa do Imperador estava</strong><strong> </strong>em todos os assuntos relacionados com a ciência, a tecnologia e a educação. Fazendo o papel de mecenas, o interesse de Dom Pedro II pelas ciências o levou a buscar a companhia de cientistas, tanto no Brasil como no exterior, e a participar de todos os acontecimentos culturais e científicos mais importantes do país.</p>
<p>Para se ter uma ideia, o colégio D. Pedro II  &#8211; a única Instituição a realizar os exames que possibilitavam o ingresso nos cursos superiores &#8211; era mantido pelo imperador e ele mesmo também escolhia os professores, assistia às provas e conferia as médias.</p>
<p>Ajudou, de várias formas, o trabalho de vários cientistas como Martius, Lund, Agassiz, Derby, Glaziou, Seybold&#8230;. Financiou ainda vários profissionais como agrônomos, arquitetos, professores, engenheiros, farmacêuticos, médicos, pintores etc. Um exemplo famoso é o de Guilherme Schuch, futuro Barão de Capanema. D. Pedro II enviou-o em 1841 para a Áustria, a fim de estudar engenharia, pagando a viagem, roupas, e destinando uma mesada regular até terminar seus estudos no Instituto Politécnico.</p>
<p><strong>Apreciador da literatura</strong> <strong>e das artes</strong>, incentivou a criação das Escolas Normais, dos Liceus de Artes e Ofícios, dos Conservatórios Dramático Brasileiro e Imperial de Música. Criou e coordenou o Instituto Histórico Brasileiro e apoiou os estudos de Artes Plásticas com doações de bolsas e prêmios, financiados pelo próprio soberano, de viagem à Europa para os alunos da Academia Imperial de Belas Artes.</p>
<p><strong>O  DESBRAVADOR</strong></p>
<p>Em 30 de abril de 1854, inaugurou a Estrada de Ferro Petrópolis, fundada por Irineu Evangelista de Souza, Visconde e depois Barão de Mauá, patrono do Ministério dos Transportes. A primeira locomotiva a vapor do Brasil foi batizada de <em>&#8220;Baronesa&#8221;</em> , em homenagem à esposa do Barão de Mauá, Dona Maria Joaquina.</p>
<p>D. Pedro decretou a construção das primeiras  linhas telegráficas do país e introduziu a produção cafeeira, o que promoveu o crescimento da economia brasileira.</p>
<p>O imperador esteve na exposição de Filadélfia, Estados Unidos, em 1876, ocasião em que<strong>Alexander Graham Bell</strong><strong> </strong>demonstrou a sua nova invenção: o telefone.  Na ocasião, ele  exclamou: <em>Esta coisa fala!</em> O Imperador  fez uma encomenda de 100 aparelhos para o Brasil.</p>
<p><strong>De espírito liberal</strong>, não só ajudou a cultura, criando e reformando várias escolas e faculdades, mas incentivou a industrialização do país,  participando pessoalmente da seleção de pedidos de privilégio industrial, e ainda aboliu a escravidão, através de sua filha a princesa Isabel.</p>
<p>Encantado com a vista panorâmica do alto do morro, de onde se pode avistar inclusive a belíssima Lagoa Rodrigo de Freitas, D. Pedro II sugeriu um caminho para facilitar o acesso ao local. E, contrariando a maior parte da população que achava mais confiável ir no lombo de um cavalo, o imperador redigiu um decreto autorizando a construção da ferrovia, em janeiro de 1882. Apesar do trecho curto, 3.829 metros (na época era a menor via férrea da América Latina), o projeto demorou dois anos para ficar pronto. A construção foi feita em duas etapas: primeiro ficaram prontas as estações Cosme Velho e Silvestre, inauguradas em 1884; em seguida, Paineiras e Alto do Corcovado, entregues em 1885 e inauguradas pelo próprio imperador que fez a primeira viagem acompanhado pela princesa Isabel e sua comitiva.</p>
<p><strong> O  LIBERAL</strong></p>
<p><strong> </strong> Embora não seja reconhecido, dom Pedro II contribuiu bastante para a liberdade de imprensa. No reinado de Dom Pedro II não havia presos políticos, nem censura à imprensa.<br />
A liberdade era tanto que circulava até um jornal pregando a derrubada da monarquia&#8230;<br />
Mesmo assim, Pedro II fez questão de manter a liberdade de imprensa, apesar de frequentemente choverem caricaturas ridicularizando-o com um certo &#8220;desinteresse&#8221; quanto a assuntos administrativos.</p>
<p><strong> </strong> Em entrevista com o jornalista imigrante alemão <a href="http://www.caiozip.com/koseritz.htm">Carl Von Koseritz </a>( Jornalista e político alemão, naturalizado brasileiro, lutou pela abolição da escravidão e por uma política adequada de colonização.) o Imperador fez a seguinte declaração:</p>
<p>&#8220;<strong><em>Senhor Koseritz,  aproveito a ocasião para dizer-lhe que o estimo, pois sei que o senhor é um homem esforçado que trabalha pelo bem desse país, mas gostaria que o senhor não fosse mais injusto comigo. Não penso em levar a mal as críticas sobre os meus atos. As censuras são úteis e necessárias, mas com justiça, porque eu posso errar como qualquer homem. Somente as injustiças pessoais devem ser evitadas</em></strong></p>
<div id="attachment_442" class="wp-caption alignnone" style="width: 624px"><strong><em><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/D_PedroII1.jpg"><img class="size-full wp-image-442" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/D_PedroII1.jpg" alt="" width="614" height="399" /></a></em></strong><p class="wp-caption-text">D.Pedro II Junto a População do Rio de Janeiro</p></div>
<p>A imprensa sofreu as consequências do chamado “Decreto Rolha”, considerado por alguns historiadores como a primeira lei de segurança nacional do país no início da República. O decreto 295 de 29 de março de 1890, decorrente do primeiro, aplicava-se a, “todos aqueles que derem origem a falsas notícias e boatos dentro ou fora do país ou concorram pela imprensa, por telegrama ou por qualquer modo, para pô-los em circulação.”</p>
<p><strong>O ECOLOGISTA</strong></p>
<p><strong> </strong> Em 1862, ordenou o replantio de toda a vegetação nativa onde hoje é a Floresta da Tijuca no Rio de Janeiro a maior floresta urbana do mundo. Totalmente devastada em função do plantio de café, comprometeu as nascentes dos rios e alterou o equilíbrio climático da época.</p>
<p><strong>O ASTRÔNOMO</strong></p>
<p>Em seu diário escreveria D. Pedro II: “Se não fosse imperador do Brasil quisera ser professor&#8221;. O imperador  mantinha contato estreito com muitos nomes ilustres da época, como Camille Flamarion e Victor Hugo, com os quais dividia a paixão pela <a href="http://www.caiozip.com/astrono.htm">Astronomia. </a>Fundou bibliotecas, museus, observatórios astronômicos e meteorológicos em várias partes do país, algumas vezes mantendo-os com recursos pessoais.</p>
<p>O Imperial Observatório do Brasil havia sido criado por decreto de D Pedro I em 1827, no Rio de Janeiro, mas só começara a funcionar quase vinte anos depois. D. Pedro II deu forma e alma a instituição, cedendo os próprios instrumentos que utilizava em seu observatório particular na Quinta da Boa Vista, para que o Imperial Observatório pudesse iniciar suas atividades.</p>
<p>Sua Majestade  ansiava por desenvolver um observatório astronômico moldado nos mais modernos, como o famoso observatório de Nice, onde foi descoberto o <strong>asteróide 293, chamado Brasília, em homenagem ao Imperador</strong>, quando do seu exílio, em Paris.</p>
<p>O Imperial Observatório trouxe-lhe muitas realizações.  Em Janeiro de 1887 o próprio<span style="text-decoration: underline;">I<strong>mperador, bom em matemática, fez estimativas do comprimento da cauda de um cometa</strong></span>, como ficou registrado na revista francesa &#8220;L&#8217;Astronomie&#8221;, publicada até hoje.</p>
<p>D Pedro II estava sempre em contato com os astrônomos do Imperial Observatório e discorria com rara competência sobre diversas questões científicas. Ele tinha um apartamento privativo neste observatório, onde passava varias noites fazendo observações junto com esses astrônomos. Em fins de 1889 um grande telescópio por ele encomendado e pago, como sempre do seu próprio bolso, sequer chegou a ser desembarcado no porto do Rio de Janeiro, por ordem dos republicanos, após o grande golpe de 15 de novembro de 1889. Foi um mergulho ao mundo das trevas. O  que seria o maior telescópio da America do Sul  e mapearia os céus do Hemisfério foi enviado de volta para a Europa.</p>
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		<title>&#8220;Dom Luis de Orleans e Bragança &#8211; peregrino de impérios&#8221;: Lançamento no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 21:07:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia 26 de novembro foi lançando no Rio de Janeiro, o livro &#8220;Dom Luis de Orleans e Bragança &#8211; peregrino de impérios&#8221;, de Teresa Malatian. O sucesso de São Paulo se repitiu no Rio de Janeiro, comparecendo ao evento inúmeras pessoas, inclusive os Príncipes Dom Antonio e Dom Francisco de Orleans e Bragança, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2010/12/DSC_0175.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-166" title="DSC_0175" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2010/12/DSC_0175-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>No  dia 26 de novembro foi lançando no Rio de Janeiro, o livro &#8220;Dom Luis de  Orleans e Bragança &#8211; peregrino de impérios&#8221;, de Teresa Malatian.</p>
<p>O  sucesso de São Paulo se repitiu no Rio de Janeiro, comparecendo ao  evento inúmeras pessoas, inclusive os Príncipes Dom Antonio e Dom  Francisco de Orleans e Bragança, que agradeceram a escritora pela rica  composição.</p>
<p><strong>Fonte: Monarquia Já</strong></p>
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		<title>Palácio Museu Olímpio Campos recebe a visita da Sua Alteza Imperial e Real</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 22:22:09 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2010/11/foto1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-48" title="foto1" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2010/11/foto1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Na tarde de hoje, 11, o Palácio Museu Olímpio Campos recebeu a visita  do príncipe representante da Sua Alteza Imperial e Real (SAIR), Dom  Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de  Orleans Bragança e Wittelsbach, bisneto da princesa Isabel, e do  Comendador Antonyo da Cruz, Presidente Nacional do Instituto Brasil  Imperial (IBI).</p>
<p>O príncipe veio a Sergipe participar do 1° Encontro Monárquico do IBI  realizado na cidade de Laranjeiras e aproveitou a tarde de hoje para  conhecer o Palácio Museu Olímpio Campos.</p>
<p>Portador de distinto conhecimento nas artes plásticas, Dom Bertrand,  elogiou com bastante eloqüência as obras artísticas presentes no Palácio  Museu, destacando o quadro &#8220;Miséria e Caridade&#8221; do artista plástico  sergipano, Horácio Hora. &#8220;Achei o Palácio Museu Olímpio Campos muito  bonito, as obras de artes presentes nele o e conjunto arquitetônico  realmente me impressionaram&#8221;, falou o príncipe.</p>
<p>O príncipe foi recebido no Palácio Museu pelos secretários adjuntos  da Casa Civil e da Cultura, Eduardo Silva e Marcelo Rangel. Além do  príncipe participaram da visita o presidente nacional do IBI, Antonyo da  Cruz, o coordenador de Desenvolvimento do IBI em Sergipe, João  Francisco dos Santos e o presidente do Circulo Monárquico de Aracaju,  Walbert Martins Past.</p>
<p><a href="http://www.palacioolimpiocampos.se.gov.br">http://www.palacioolimpiocampos.se.gov.br </a></p>
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		<title>Dom Antonio visita Laranjeiras-SE</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 23:29:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Laranjeiras recebe a visita do príncipe Dom Antônio de Orleans e Bragança O município de Laranjeiras nesta quinta-feira, (11), a visita do príncipe Dom Antônio de Orleans e Bragança, que vai substituir o príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança trineto de Dom Pedro II na abertura do I Encontro Monárquico de Sergipe e posse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Laranjeiras recebe a visita do príncipe Dom Antônio de Orleans e Bragança </strong></p>
<p>O  município de Laranjeiras nesta quinta-feira, (11), a visita do príncipe  Dom Antônio de Orleans e Bragança, que vai substituir o príncipe Dom  Bertrand de Orleans e Bragança trineto de Dom Pedro II na abertura do I  Encontro Monárquico de Sergipe e posse dos coordenadores municipais do  Instituto Brasil Imperial (IBI), que deve acontecer na sede da Câmara  Municipal de Vereadores, em Laranjeiras.</p>
<p>A  programação terá início às 08h40min com a recepção na igreja matriz  Sagrado Coração de Jesus, com a participação especial do coral da igreja  e acompanhamento pelo Órgão de Tubos Seculares.  Em  seguida, será realizada uma missa em Ação de Graças e, às 11h, o  príncipe e a comitiva participam da abertura do evento na casa  legislativa municipal.</p>
<p>Está  prevista ainda a visita do príncipe e sua comitiva a alguns pontos  turísticos e históricos da cidade, a exemplo da igreja da Conceição e  teatro São Pedro, locais por onde passaram o imperador Dom Pedro II.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qlPYBgI3Q4I?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/qlPYBgI3Q4I?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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