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	<title>REDE ACI &#187; Política Imperial</title>
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	<description>O Portal da Causa Imperial na Internet</description>
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		<title>Presidencialismo, Parlamentarismo, Monarquia</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2012 15:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Anthony</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política Imperial]]></category>

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		<description><![CDATA[Anos após a escolha da República Presidencialista para ser nosso sistema e forma de governo respectivamente, muitas dúvidas ainda permeiam a mente de vários brasileiros. Longe de pretender ser um ‘tratado” sobre as formas e sistemas de governo, abaixo elenco algumas definições que poderão ajudar  o leitor a diferenciar cada um dos sistemas e formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anos após a escolha da República Presidencialista para ser nosso sistema e forma de governo respectivamente, muitas dúvidas ainda permeiam a mente de vários brasileiros.</p>
<p>Longe de pretender ser um ‘tratado” sobre as formas e sistemas de governo, abaixo elenco algumas definições que poderão ajudar  o leitor a diferenciar cada um dos sistemas e formas de governo.</p>
<p>O governo é  uma autoridade governante de uma  unidade política, tendo assim o poder de regrar uma sociedade politicamente.</p>
<p>Para que a unidade política governante seja de fato reconhecida dentro do Estado democrático de Direito é necessário acima de qualquer coisa que esta mesma autoridade seja Legal e Legítima.</p>
<p>Legal, pois atende completamente aos requisitos da lei que vigora no período em que se governa,  e Legítima quando o povo através do voto e da  manifestação geral aprova em maioria larga os atos daquele  corpo governante.</p>
<p>O governo é ordinariamente utilizado como símbolo de instância máxima de uma determinada administração executiva, normalmente relacionada com a liderança de um Estado.</p>
<p>A forma do governo pode ser:<br />
<strong><br />
República ou Monarquia;</strong></p>
<p>E o sistema de governo pode ser:</p>
<p><strong> Parlamentarismo, Presidencialismo, Constitucionalismo ou Absolutismo.</strong></p>
<p>Há também na doutrina de linha minoritária alguns doutrinadores que consideram uma forma de governo intitulada Anarquismo. Contudo, como no Anarquismo há a falta de governo ou de outra autoridade capaz de manter o equilíbrio da estrutura política, social, econômica  não se pode afirmar categoricamente que  tal conceito  é verídico.</p>
<p>Segundo Celso Bastos em seu livro “Teoria Geral do Estado e Ciência Política”:</p>
<p>“ Onde há anarquia não há sociedade.”</p>
<p>Sistema de governo <strong>não </strong>deve ser confundido com a forma de governo, pois este termo diz respeito ao modo como se relacionam os poderes.</p>
<p><strong>PRESIDENCIALISMO</strong></p>
<p>O presidencialismo é um sistema de governo em que o líder do poder executivo é escolhido pelo povo para mandatos já definidos em lei constitucional acumulando a função de chefe de Estado e chefe de Governo.</p>
<p>O presidente é o chefe de Estado, e é ele que escolhe os chefes dos Ministérios. O Legislativo, o Judiciário e o Executivo são independentes entre si e funcionam em harmonia, tendo, desta maneira, como base doutrinária a teoria política de separação e controle recíproco dos poderes, de Montesquieu, que escreveu: &#8220;O poder deve limitar o poder.&#8221;</p>
<p>Neste sistema, o presidente não se subordina ao Parlamento nem pode nele interferir. Entre suas atribuições estão a de liderar a vida política da nação, representar o país interna e externamente, comandar as forças armadas, firmar tratados, encaminhar projetos de lei ao Congresso, responder pela administração e pelas decisões nos setores do executivo e escolher os ministros de estado.<br />
<strong><br />
PARLAMENTARISMO</strong></p>
<p>O Parlamentarismo é um sistema de governo em que o Parlamento, que é o Poder Legislativo, oferece apoio direito ou indireto para o poder executivo. Assim, o poder executivo necessita do poder do parlamento para ser formado e para governar.</p>
<p>No parlamentarismo, o poder executivo é, normalmente, exercido por um primeiro-ministro, chamado de Chanceler ou Premier.</p>
<p>O sistema parlamentarista tem uma importante vantagem sobre o sistema presidencialista, porque o parlamentarismo é mais flexível. O primeiro-ministro pode ser trocado com certa rapidez e o parlamento pode ser destituído. No caso do presidencialismo, o presidente, na maioria dos casos, cumpre seu mandato até o fim, mesmo havendo crises políticas.</p>
<p><strong>MONARQUIA</strong></p>
<p>Monarquia é uma forma de governo em que um cidadão governa como chefe de Estado, de maneira vitalícia ou até sua abdicação, sendo o poder supremo exercido por este monarca.</p>
<p>A monarquia Absoluta foi muito comum nos países da Europa durante a Idade Média e Moderna, porém este sistema de governo entrou em declínio vindo a ser substituído pelo Constitucionalismo Monárquico.</p>
<p>Numa monarquia parlamentarista, o monarca exerce a chefia de Estado, os poderes são em grande parte  apenas protocolares e todas suas funções de moderador político são determinados pelos atos do parlamento (grã-bretanha) ou pela  Constituição, onde tem como função resolver impasses políticos, proteger a Constituição e os súditos de projetos de leis que contradizem as leis vigentes ou não fazia parte dos planos de governos defendidos em campanhas eleitorais.</p>
<p>A chefia de governo é exercida por um primeiro-ministro eleito que logo após é investido cerimonialmente pelo monarca ( no caso do sistema vigente na Grã-Bretanha), ou  no caso de grande parte dos  países monárquicos o primeiro ministro é nomeado pelo monarca e é aprovado pelos parlamentares após a apresentação do seu gabinete ministerial e do seu plano de governo, podendo ser derrubado pelo Parlamento por meio de uma moção de censura.<a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/02/2701222056_722157a14c.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1210" title="2701222056_722157a14c" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/02/2701222056_722157a14c.jpg" alt="" width="500" height="349" /></a></p>
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		<title>Editorial da Causa Imperial &#8211; 15 de Novembro de 2012.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 13:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>causaimperial</dc:creator>
				<category><![CDATA[ACI]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Família Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[República]]></category>

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		<description><![CDATA[EDITORIAL DA CAUSA IMPERIAL Hoje, a 123 Anos atrás o Brasil, em plena madrugada, meia dúzia de traidores com meia dúzia de baderneiros e um Marechal de Exército com sua masculinidade ferida, trocaram uma Dinastia Honesta e íntegra, por uma república de caudilhos e ladrões! Em 67 anos de Império Brasileiro, esta Terra soube mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EDITORIAL DA CAUSA IMPERIAL</p>
<p>Hoje, a 123 Anos atrás o Brasil, em plena madrugada, meia dúzia de traidores com meia dúzia de baderneiros e um Marechal de Exército com sua masculinidade ferida, trocaram uma Dinastia Honesta e íntegra, por uma república de caudilhos e ladrões!</p>
<p>Em 67 anos de Império Brasileiro, esta Terra soube mostrar não só pelos seus Soberanos mas também pelos seus agentes na Política Imperial, e pelo povo de então, a verdadeira capacidade de se fundar um País com bases sólidas e invejáveis. E criou nesta porção de terra austral o que veio a ser o 11º Império da História da Humanidade. Este Império oriundo do Império Português, que acabou em 1999. Teve a magnífica sorte de não se fragmentar em minúsculas quando não, títeres, repúblicas sul-americanas, como foi a corrosão e a dissolução do Império Espanhol o restante da Sul América.</p>
<p>Dom João VI, foi o Fundador do Brasil Moderno, sua visão de Estadista, junto com muitos políticos de renome do então Reino do Brasil, como o Visconde de Cairu, Bonifácio entre outros, foram essenciais para a formação da identidade brasileira como Nação.  Esta mudança de condição de mera colónia distante, fez nascer no nosso seio a esperança de no futuro esta grande e próspera Nação viesse ser o &#8220;Príncipe Regente&#8221;, das demais Nações Latino-Americanas. Sua presença no Brasil foi essencial.</p>
<p>Dom Pedro I, embora tivesse muito despreparo pessoal, em nenhum momento se demonstrou a ser indigno do Cargo que ocupava. Muito pelo contrário, muito do seu esforço pessoal está presente até hoje na delimitação de nosso patrimônio cultural e territorial. Embora parecesse bruto ou desajeitado, esse grande homem, de um coração enorme para os que conheciam de perto, nos deixou um imenso território, uma Constituição, um País e um herdeiro.</p>
<p>A Imperatriz Dona Leopoldina, com sua sensibilidade e educação, apoiou de maneira incontestável todo o processo de emancipação da Lusitânia Casa paterna. E foi de fato a primeira mulher na América a se tornar governante. E governante de um recém nascido Império.</p>
<p>A coroação dessa história Imperial, desemboca na incrível pessoa de Dom Pedro II. Ele com seu profundo amor e patriotismo coroou o apogeu do que veio a ser o Império Brasileiro. Durante 49 anos de seu longo e próspero reinado, Dom Pedro II, junto com homens públicos altamente gabaritados e preparados, atuaram em nossa política e criaram bases sólidas para a criação do Brasil Contemporâneo, tal e qual conhecemos hoje.</p>
<p>Grande parte das instituições do Brasil Imperial funcionam nos dias de hoje.</p>
<p>Pedro II e sua esposa a Imperatriz Teresa Cristina, até hoje são, os exemplos que vem a cabeça do Brasileiro, minimamente letrado e informado, do bom e honesto homem de família e governante. Dom Pedro II, além de ser soberano, foi um exemplo de vida para qualquer ser humano.</p>
<p>A Princesa Isabel veio a ser a pessoa que pagou pessoalmente o preço por toda a coerência que herdara de sua família. Seu pai, assim como seus avôs foram profundamente abolicionistas, mas estes sabiam que a escravidão não poderia ser realizada da noite para o dia. Mas com ela foi. Em todas as vezes que a Princesa exerceu de modo invejável o seu papel de Regente. Respeitou e cumpriu as leis do Brasil. Mas a sua visão era por demasiado progressista para a sua época.</p>
<p>A Princesa combateu a escravidão, e a eliminou, desejava o sufrágio feminino, e a reforma de muitos aspectos da sociedade de então. Conservou até o fim da vida seu amor pela sua terra natal.</p>
<p>Na calada da noite, com sabotagens deliberadas veio a República. Com mentiras, e ocultando fatos ao Imperador, uma camarilha bem apetrechada coordenada por Benjamim Constant Botelho e Magalhães, pois tudo a perder.</p>
<p>Todo aquele titânico trabalho foi jogado no lixo. A república no seu primeiro decreto se disse provisória, e assim ficou até 1993. Depois, a consciência pesou e tentaram subornar o Imperador [começou aí]. O Imperador em seu último ato de patriotismo, disse que aquele dinheiro pertencia aos cofres da Nação. Vendo que ele não cedia decidiram bani-lo.</p>
<p>O Império do Brasil, em 67 anos de existência forjou uma alta cultura, o desenvolvimento e forjou verdadeiros homens.</p>
<p>A Família Imperial do Brasil, soube nesses duzentos anos amar e respeitar em todo momento, todo legado e património do Brasil. Que hoje é demonstrado por Dom Luiz, Dom Bertrand e Dom Antônio.  Eu, como poucos brasileiros, tive a enorme honra e oportunidade de conviver e atuar na Sede da Casa Imperial, conheci lá grandes amigos, alguns já nem mais estão neste mundo, como o Conselheiro Gustavo Cintra do Prado, o Sr. António Augusto.</p>
<p>Não posso de maneira nenhuma negar todos os bons exemplos e todo preparo que de maneira direta e indiretamente recebi dessas pessoas. E ainda recebo, agora em menor escala do Sr. José Carlos Sepulveda da Fonseca (moderador da Causa Imperial e secretário dos Príncipes) que constantemente está com sua família em Lisboa.</p>
<p>A Causa Imperial, luta e age de forma totalmente voluntária. Não recebemos nenhum subsídio, nenhum suborno e nenhuma agiotagem política. E nem queremos!</p>
<p>A Mensagem que deixo a todos os brasileiros, é que busquem a copiar o exemplo do Imperador e da Família Imperial, que mesmo na sua simplicidade dá grandes exemplos de amor e dedicação ao Brasil.</p>
<p>E que procurem estudar e se aprimorar cada vez mais, lendo e procurando saber das VERDADES históricas, de como muito dos movimentos revolucionários políticos e culturais, todos eles esquerdistas, conseguiram com sucesso varrer quase todos os Tronos do mundo.</p>
<p>Um forte abraço a todos os amigos e monarquistas,</p>
<p>Daniel Mouta &#8211; Daniel Mouta, carioca, 30 anos, é membro fundador da Causa Imperial. Hoje residente em Portugal.</p>
<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Monograma-de-Dom-Pedro-II.png" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-full wp-image-2272" title="Monograma de Dom Pedro II" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Monograma-de-Dom-Pedro-II.png" alt="P.II.Imp" width="238" height="297" /></a></p>
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		<title>Conservadorismo e monarquia, uma aliança necessária</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 20:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Anthony</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política Imperial]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando falamos em monarquia constitucionalista, rapidamente nos vem à mente  a seguinte questão: Em um país de monarquia constitucional qual  deve ser a base política dos chefes de Estado? Sem dúvida alguma o conservadorismo “Burkeriano”, explicado abaixo em pequenos tópicos deve ser não só a base de formação governamental, mas também a orientação perpétua dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/02/ReganORDERBATHQueen.jpg"><img class="size-full wp-image-1223 alignright" title="ReganORDERBATHQueen" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/02/ReganORDERBATHQueen.jpg" alt="" width="240" height="151" /></a>Quando falamos em monarquia constitucionalista, rapidamente nos vem à mente  a seguinte questão:</p>
<p><em>Em um país de monarquia constitucional qual  deve ser a base política dos chefes de Estado?</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Sem dúvida alguma o conservadorismo “Burkeriano”, explicado abaixo em pequenos tópicos deve ser não só a base de formação governamental, mas também a orientação perpétua dos aspirantes ao trono.</p>
<p>O discurso monarquista por vezes tem sido baseado em uma tabela de avaliações prontas, e isso tem trazido um grande desprestigio a toda a causa.</p>
<p>Com intenção de esclarecer as políticas Conservadoras, segue abaixo alguns princípios conservadores:<br />
<strong>Resumo do 1º ao 4º: </strong>A atitude que nós chamamos de conservadorismo é sustentada por um conjunto de sentimentos, mais do que por um sistema de dogmas ideológicos.</p>
<p><strong>Resumo do 5º ao 10º:</strong> O conservador se esforça por limitar e balancear o poder político para que não surjam nem a anarquia, nem a tirania.</p>
<p>Não sendo nem uma religião nem uma ideologia, o conjunto de opiniões designado como conservadorismo não possui nem uma Escritura Sagrada nem um Das Kapital que lhe forneça um dogma. Na medida em que seja possível determinar o que os conservadores crêem, os primeiros princípios do pensamento conservador provêm daquilo que professaram os principais escritores e homens públicos conservadores ao longo dos últimos dois séculos. Sendo assim, depois de algumas observações introdutórias a respeito deste tema geral, eu irei arrolar dez destes princípios conservadores.</p>
<p>Talvez seja mais apropriado, a maior parte das vezes, usar a palavra “conservador” principalmente como adjetivo, já que não existe um Modelo Conservador, sendo o conservadorismo, na verdade, a negação da ideologia: trata-se de um estado da mente, de um tipo de caráter, de uma maneira de olhar para ordem social civil.</p>
<p>A atitude que nós chamamos de conservadorismo é sustentada por um conjunto de sentimentos, mais do que por um sistema de dogmas ideológicos. É quase verdade que um conservador pode ser definido como sendo a pessoa que se acha conservadora. O movimento ou o conjunto de opiniões conservadoras pode comportar uma diversidade considerável de visões a respeito de um número considerável de temas, não havendo nenhuma Lei do Teste (Test Act) [1] ou Trinta e Nove Artigos (Thirty-Nine Articles) [2] do credo conservador.</p>
<p>Em suma, uma pessoa conservadora é simplesmente uma pessoa que considera as coisas permanentes mais satisfatórias do que o “caos e a noite primitiva” [3]. (Mesmo assim, os conservadores sabem, como Burke, que a saudável “mudança é o meio de nossa preservação”). A continuidade da experiência de um povo, diz o conservador, oferece uma direção muito melhor para a política do que os planos abstratos dos filósofos de botequim. Mas é claro que a convicção conservadora é muito mais do que esta simples atitude genérica.</p>
<p>Não é possível redigir um catálogo completo das convicções conservadoras; no entanto, ofereço aqui, de forma sumária, dez princípios gerais; tudo indica que se possa afirmar com segurança que a maioria dos conservadores subscreveria a maior parte destas máximas. Nas várias edições do meu livro The Conservative Mind, fiz uma lista de alguns cânones do pensamento conservador – a lista foi sendo levemente modificada de uma edição para a outra edição; em minha antologia The Portable Conservative Reader, ofereço algumas variações sobre este assunto. Agora, lhes apresento uma resenha dos pontos de vista conservadores que difere um pouco dos cânones que se encontram nestes meus dois livros. Por fim, as diferentes maneiras através das quais as opiniões conservadoras podem se expressar são, em si mesmas, uma prova de que o conservadorismo não é uma ideologia rígida. Os princípios específicos enfatizados pelos conservadores, em um dado período, variam de acordo com as circunstâncias e as necessidades daquela época. Os dez artigos de convicções abaixo refletem as ênfases dos conservadores americanos da atualidade.</p>
<p><strong>Prim</strong><strong>eiro: um conservador crê que existe uma ordem moral duradoura.</strong></p>
<p>Esta ordem é feita para o homem e o homem é feito para ela: a natureza humana é uma constante e as verdades morais são permanentes.</p>
<p>Esta palavra ordem quer dizer harmonia. Há dois aspectos ou tipos de ordem: a ordem interior da alma e a ordem exterior do Estado. Vinte e cinco séculos atrás, Platão ensinou esta doutrina, mas hoje em dia até as pessoas instruídas acham difícil de compreendê-la. O problema da ordem tem sido uma das principais preocupações dos conservadores desde que a palavra conservador se tornou um termo político.</p>
<p>O nosso mundo do século XX experimentou as terríveis conseqüências do colapso na crença em uma ordem moral. Assim como as atrocidades e os desastres da Grécia do século V a.C., a ruína das grandes nações, em nosso século, nos mostra o poço dentro do qual caem as sociedades que fazem confusão entre o interesse pessoal, ou engenhosos controles sociais, e as soluções satisfatórias da ordem moral tradicional.</p>
<p>Foi dito pelos intelectuais progressistas que os conservadores acreditam que todas as questões sociais, no fundo, são uma questão de moral pessoal. Se entendida corretamente esta afirmação é bastante verdadeira. Uma sociedade onde homens e mulheres são governados pela crença em uma ordem moral duradoura, por um forte sentido de certo e errado, por convicções pessoais sobre a justiça e a honra, será uma boa sociedade – não importa que mecanismo político se possa usar; enquanto se uma sociedade for composta de homens e mulheres moralmente à deriva, ignorantes das normas, e voltados primariamente para a gratificação de seus apetites, ela será sempre uma má sociedade – não importa o número de seus eleitores e não importa o quanto seja progressista sua constituição formal.</p>
<p>-<strong> </strong><strong>Segundo: o conservador adere ao costume, à convenção e à continuidade.</strong></p>
<p>É o costume tradicional que permite que as pessoas vivam juntas pacificamente; os destruidores dos costumes demolem mais do que o que eles conhecem ou desejam. É através da convenção – uma palavra bastante mal empregada em nossos dias – que nós conseguimos evitar as eternas discussões sobre direitos e deveres: o Direito é fundamentalmente um conjunto de convenções. Continuidade é uma forma de atar uma geração com a outra; isto é tão importante para a sociedade com o é para o indivíduo; sem isto a vida seria sem sentido. Revolucionários bem sucedidos conseguem apagar os antigos costumes, ridicularizar as velhas convenções e quebrar a continuidade das instituições sociais – motivo pelo qual, nos últimos tempos, eles têm descoberto a necessidade de estabelecer novos costumes, convenções e continuidade; mas este processo é lento e doloroso e a nova ordem social que eventualmente emerge, pode ser muito inferior à antiga ordem que os radicais derrubaram um seu zelo pelo Paraíso Terrestre.</p>
<p>Os conservadores são defensores do costume, da convenção e da continuidade porque preferem o diabo conhecido ao diabo que não conhecem. Eles crêem que ordem, justiça e liberdade são produtos artificiais de uma longa experiência social, o resultado de séculos de tentativas, reflexão e sacrifício. Por isto, o organismo social é uma espécie de corporação espiritual, comparável à Igreja; pode até ser chamado de comunidade de almas. A sociedade humana não é uma máquina, para ser tratada mecanicamente. A continuidade, a seiva vital de uma sociedade não pode ser interronpida. A necessidade de uma mudança prudente, recordada por Burke, está na mente de um conservador. Mas a mudança necessária, redargúem os conservadores, deve ser gradual e descriminativa, nunca se desvencilhando de uma só vez dos antigos cuidados.</p>
<p><strong>- Terceiro: os conservadores acreditam no que se poderia chamar de princípio do preestabelecimento.</strong></p>
<p>Os conservadores percebem que as pessoas atuais são anões nos ombros de gigantes, capazes de ver mais longe do que seus ancestrais, apenas por causa da grande estatura dos que nos precederam no tempo. Por isto os conservadores com freqüência enfatizam a importância do preestabelecimento – ou seja, as coisas estabelecidas por costume imemorial, de cujo contrário não há memória de homem que se recorde. Há direitos cuja principal ratificação é a própria antiguidade – inclusive, com freqüência, direitos de propriedade. Da mesma forma a nossa moral é, em grande parte, preestabelecida. Os conservadores argumentam que seja improvável que nós modernos façamos alguma grande descoberta em termos de moral, de política ou de bom gosto. É perigoso avaliar cada tema eventual tendo como base o julgamento pessoal e a racionalidade pessoal. O indivíduo é tolo, mas a espécie é sábia, declarou Burke. Na política nós agimos bem se observarmos o precedente, o preestabelecido e até o preconceito, porque a grande e misteriosa incorporação da raça humana adquiriu uma sabedoria prescritiva muito maior do que a mesquinha racionalidade privada de uma pessoa.</p>
<p><strong>- Quarto: os conservadores são guiados pelo princípio da prudência.</strong></p>
<p>Burke concorda com Platão que entre os estadistas a prudência é a primeira das virtudes. Toda medida política deveria ser medida a partir das prováveis conseqüências de longo prazo, não apenas pela vantagem temporária e pela popularidade. Os progressistas e os radicais, dizem os conservadores, são imprudentes porque eles se lançam aos seus objetivos sem dar muita importância ao risco de novos abusos, piores do que os males que esperam varrer. Com diz John Randolph of Roanoke, a Providência se move devagar, mas o demônio está sempre com pressa. Sendo a sociedade humana complexa, os remédios não podem ser simples, se desejam ser eficazes. O conservador afirma que só agirá depois de uma reflexão adequada, tendo pesado as conseqüências. Reformas repentinas e incisivas são tão perigosas quanto as cirurgias repentinas e incisivas.</p>
<p>-<strong> Quinto: os conservadores prestam atenção no princípio da variedade.</strong></p>
<p>Eles gostam do crescente emaranhado de instituições sociais e dos modos de vida tradicionais, e isto os diferencia da uniformidade estreita e do igualitarismo entorpecente dos sistemas radicais. Em qualquer civilização, para que seja preservada uma diversidade sadia, devem sobreviver ordens e classes, diferenças em condições matérias e várias formas de desigualdade. As únicas formas verdadeiras de igualdade são a igualdade do Juízo Final e a igualdade diante do tribunal de justiça; todas as outras tentativas de nivelamento irão conduzir, na melhor das hipóteses, à estagnação social. Uma sociedade precisa de liderança honesta e capaz e se as diferenças naturais e institucionais forem abolidas, algum tirano ou algum bando de oligarcas desprezíveis irá rapidamente criar novas formas de desigualdade.</p>
<p>-<strong>Sexto: os conservadores são refreados pelo princípio da imperfectibilidade.</strong></p>
<p>A natureza humana sofre irremediavelmente de certas falhas graves, bem conhecidas pelos conservadores. Sendo o homem imperfeito, nenhuma ordem social perfeita poderá jamais ser criada. Por causa da inquietação humana, a humanidade tornar-se-ia rebelde sob qualquer dominação utópica e se desmantelaria, mais uma vez, em violento desencontro – ou então morreria de tédio. Buscar a utopia é terminar num desastre, dizem os conservadores; nós não somos capazes de coisas perfeitas. Tudo o que podemos esperar razoavelmente é uma sociedade que seja sofrivelmente ordenada, justa e livre, na qual alguns males, desajustes e desprazeres continuarão a se esconder. Dando a devida atenção à prudente reforma, podemos preservar e aperfeiçoar esta ordem sofrível. Mas se os baluartes tradicionais de instituição e moralidade de uma nação forem negligenciados, se dá largas ao impulso anárquico que está no ser humano: “afoga-se o ritual da inocência”[4]. Os ideólogos que prometem a perfeição do homem e da sociedade transformaram boa parte do século XX em um inferno terrestre.</p>
<p>-<strong> Sétimo: conservadores estão convencidos de que liberdade e propriedade estão intimamente ligadas.</strong></p>
<p>Separe a propriedade do domínio privado e Leviatã se tornará o mestre de tudo. Sobre o fundamento da propriedade privada construíram-se grandes civilizações. Quanto mais se espalhar o domínio da propriedade privada, tanto mais a nação será estável e produtiva. Os conservadores defendem que o nivelamento econômico não é progresso econômico. Aquisição e gasto não são as finalidades principais da existência humana mas deve-se desejar uma sólida base econômica para a pessoa, a família e o Estado. Sir Henry Maine, em sua Village Communities, defende vigorosamente a causa da propriedade privada, como diferente da propriedade pública: “Ninguém pode ao mesmo tempo atacar a propriedade privada e dizer que aprecia a civilização. A história destas duas realidades não pode ser desintrincada”, pois a instituição da propriedade privada tem sido um instrumento poderoso, ensinando a responsabilidade a homens e mulheres, dando motivos para a integridade, apoiando a cultura geral e elevando a humanidade acima do nível do mero trabalho pesado, proporcionando tempo livre para pensar e liberdade para agir. Ser capaz de guardar o fruto do próprio trabalho; ser capaz de ver o próprio trabalho transformado em algo de duradouro; ser capaz de deixar em herança a sua propriedade para sua posteridade; ser capaz de se erguer da condição natural da oprimente pobreza para a segurança de uma realização estável; ter algo que é realmente propriedade pessoal – estas são vantagens difíceis de refutar. O conservador reconhece que a posse de propriedade estabelece certos deveres do possuidor; ele reconhece com alegria estas obrigações morais e legais.</p>
<p><strong>- Oitavo: os conservadores promovem comunidades voluntárias, assim como se opõem ao coletivismo involuntário.</strong></p>
<p>Embora os americanos tenham se apegado vigorosamente aos direitos privados e de privacidade, também têm sido um povo conhecido por seu bem sucedido espírito comunitário. Na verdadeira comunidade, as decisões que afetam de forma mais direta as vidas dos cidadãos são tomadas no âmbito local e de forma voluntária. Algumas destas funções são desempenhadas por organismos políticos locais, outras por associações privadas; enquanto permanecem no âmbito local e são caracterizadas pelo comum acordo das pessoas envolvidas, elas constituem comunidades saudáveis. Mas quando as funções, quer por deficiência, quer por usurpação, passam para uma autoridade central, a comunidade se encontra em sério perigo. Se existe algo de benéfico ou prudente em uma democracia moderna, isto se dá através da volição cooperativa. Se, então, em nome de uma democracia abstrata, as funções da comunidade são transferidas para uma coordenação política distante, o governo verdadeiro, através do consentimento dos governados, cede lugar para um processo de padronização hostil à liberdade e à dignidade humanas.</p>
<p>Uma nação não é mais forte do que as numerosas pequenas comunidades pelas quais é composta. Uma administração central, ou um grupo seleto de administradores e servidores públicos, por mais bem intencionado e bem treinado que seja, não pode produzir justiça, prosperidade e tranqüilidade para uma massa de homens e mulheres privada de suas responsabilidades de outrora. Esta experiência já foi feita; e foi desastrosa. É a realização de nossos deveres em comunidade que nos ensina a prudência, a eficiência e a caridade.</p>
<p><strong>- Nono: o conservador percebe a necessidade de uma prudente contenção do poder e das paixões humanas.</strong></p>
<p>Politicamente falando, poder é a capacidade de se fazer aquilo que se queira, a despeito da aspiração dos próprios companheiros. Um estado em que um indivíduo ou um pequeno grupo é capaz de dominar as aspirações de seus companheiros sem controles é um despotismo, quer seja monárquico, aristocrático ou democrático. Quando cada pessoa pretende ser um poder em si mesmo, então a sociedade se transforma numa anarquia. A anarquia nunca dura muito tempo, já que, sendo intolerável para todos e contrária ao fato irrefutável de que algumas pessoas são mais fortes e espertas do que seus próximos. À anarquia sucede a tirania ou a oligarquia, nas quais o poder é monopolizado por pouquíssimos.</p>
<p>O conservador se esforça por limitar e balancear o poder político para que não surjam nem a anarquia, nem a tirania. No entanto, em todas as épocas, homens e mulheres foram tentados a derrubar os limites colocados sobre o poder, a favor de um capricho temporário. É uma característica do radical que ele pense o poder como uma força para o bem – desde que o poder caia em suas mãos. Em nome da liberdade, os revolucionários franceses e russos aboliram os limites tradicionais ao poder mas o poder não pode ser abolido e ele sempre acha um jeito de terminar nas mãos de alguém.</p>
<p>O poder que os revolucionários pensavam ser opressor nas mãos do antigo regime, tornou-se muitas vezes mais tirânico nas mãos dos novos mestres do Estado.</p>
<p>Sabendo que a natureza humana é uma mistura do bem e do mal, o conservador não coloca sua confiança na mera benevolência. Restrições constitucionais, freios e contrapesos políticos (checks and balances), correta coerção das leis, a rede tradicional e intricada de contenções sobre a vontade e o apetite – tudo isto o conservador aprova como instrumento de liberdade e de ordem. Um governo justo mantém uma tensão saudável entre as reivindicações da autoridade e as reivindicações da liberdade.</p>
<p><strong>- Décimo: o pensador conservador compreende que a estabilidade e a mudança devem ser reconhecidas e reconciliadas em uma sociedade robusta.</strong></p>
<p>O conservador não se opõe ao aprimoramento da sociedade, embora ele tenha suas dúvidas sobre a existência de qualquer força parecida com um místico Progresso, com P maiúsculo, em ação no mundo. Quando uma sociedade progride em alguns aspectos, geralmente ela está decaindo em outros. O conservador sabe que qualquer sociedade sadia é influenciada por duas forças, que Samuel Taylor Coleridge chamou de Conservação e Progressão (Permanence and Progression). A Conservação de uma sociedade é formada pelos interesses e convicções duradouros que nos dão estabilidade e continuidade; sem esta Conservação, as fontes do grande abismo se dissolvem, a sociedade resvala para a anarquia. A Progressão de uma sociedade é aquele espírito e conjunto de talentos que nos instiga a realizar uma prudente reforma e aperfeiçoamento; sem esta Progressão, um povo fica estagnado. Por isto, o conservador inteligente se esforça por reconciliar as reivindicações da Conservação e as reivindicações da Progressão. Ele pensa que o progressista e o radical, cegos aos justos reclamos da Conservação, colocariam em perigo a herança que nos foi legada, num esforço de nos apressar na direção de um duvidoso Paraíso Terrestre. O conservador, em suma, é a favor de um razoável e moderado progresso; ele se opõe ao culto do Progresso, cujos devotos crêem que tudo o que é novo é necessariamente superior a tudo o que é velho.</p>
<p>O conservador raciocina que a mudança é essencial para um corpo social da mesma forma que o é para o corpo humano. Um corpo que deixou de se renovar, começou a morrer. Mas se este corpo deve ser vigoroso, a mudança deve acontecer de uma forma harmoniosa, adequando-se à forma e à natureza do corpo; do contrário, a mudança produz um crescimento monstruoso, um câncer que devora o seu hospedeiro. O conservador cuida para que numa sociedade nada nunca seja completamente velho e que nada nunca seja completamente novo. Esta é a forma de conservar uma nação, da mesma forma que é o meio de conservar um organismo vivo. Quanta mudança seja necessária em uma sociedade, e que tipo de mudança, depende das circunstâncias de uma época e de uma nação.</p>
<p>[1] Test Act – Lei inglesa de 1673 que exigia dos titulares de cargos civis e militares professarem a fé da Igreja Anglicana através de uma fórmula de juramento (N. do T.).</p>
<p>[2] Declaração oficial da doutrina da Igreja Anglicana (N. do T.).</p>
<p>[3] A frase “Chaos and old Night” provém do poema épico de John Milton Paradise Lost (Book I; line 544). Milton usa esta frase para se referir à “matéria” a partir da qual Deus ordenou e criou o mundo (N. do T.).</p>
<p>Artigo escrito por Allan Anthony e conteúdo dos principios extraido de: Russel Kirk, © 2006 MidiaSemMascara.org em 01 de setembro de 2006</p>
<p>/p</p>
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		<title>A importância do Voluntáriado</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 17:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Anthony</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política Imperial]]></category>
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		<description><![CDATA[- A importância do voluntáriado- Todos nós temos de estar prontos a ajudar quem mais precisa.]]></description>
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<p>Atualmente muito tem se discutido a respeito da importância de se ajudar o próximo, da importância de se lutar por  condições de vida mais dignas, sobre levar paz a nossa nação e ao resto do mundo.</p>
<p>Porém muito dessa discussão tem ficado na teoria e sido pouco exercitada,  meu pai sempre disse que o papel aceita tudo o que escrevemos e planejamos, e realmente isso é uma grande verdade. Enquanto se traçam planos de ação, o mais importante a “ação” por vezes é esquecida e negligenciada.</p>
<p>Por esses motivos convido o leitor a conhecer alguns projetos de voluntariado  já famosos e  idôneos  que com sua ajuda só tem a crescer.</p>
<p>Nós brasileiros<a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/voluntariado.jpg"><img class="size-full wp-image-318 alignleft" title="voluntariado" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/voluntariado.jpg" alt="" width="269" height="221" /></a> temos o dom natural de paz, cordialidade e luta pelo que queremos que tal levar um pouco desses dons para quem precisa ainda mais?</p>
<p>Sites:</p>
<p>voluntariado:<br />
- <a href="http://www.orkut.com.br/Community?cmm=137131" target="_blank">www.juniorachievement.org.br</a><br />
- <a href="http://www.orkut.com.br/Community?cmm=137131" target="_blank">www.portaldovoluntario.org.br</a><br />
- <a href="http://www.orkut.com.br/Community?cmm=137131" target="_blank">www.todospelaeducacao.org.br</a><br />
- <a href="http://www.orkut.com.br/Community?cmm=137131" target="_blank">www.umavidamelhor.org</a></p>
</div>
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		<title>Política Imperial</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 16:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Anthony</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Monarquia na política atual, uma necessidade!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/business-plan.jpg"></a></p>
<div id="attachment_313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/business-plan1.jpg"><img class="size-full wp-image-313" title="Política imperial" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2011/01/business-plan1.jpg" alt="" width="448" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">A Monárquia na política atual, uma necessidade!</p></div>
<p>Primeiramente quero agradecer a todos os inúmeros leitores e participantes da rede “Causa imperial&#8221; e comunicar a abertura de uma nova coluna  ligada e destinada ao envolvimento, posicionamento e discussão da monarquia  na política atual.</p>
<p>Durante muito tempok, devido ao embargo republicano colocado  sobre a monarquia  a ideologia monárquica acabou sucumbindo, e ao retornar em 1993 o que nos restava era apenas muita história pra contar.</p>
<p>Não é difícil encontrar em anuários livros, sites e até mesmo em encontros monarquistas  muitas histórias sobre  a família imperial, sobre o que era de fato bom no período imperial, sobre  como somos corajosos em defender tal ideal  e etc.. e por incrível que pareça o saudosismo toma conta e o movimento acaba por imperrar mais uma vez na sombra de um passado glorioso mas que  agora não passa de passado.</p>
<p>E imensamente importante  que definitivamente tomemos  o movimento como algo além de apenas uma causa  histórica, e façamos dele um movimento definitivamente real, posicionado de maneira atual em assuntos políticos de interesse público.</p>
<p>A Sociedade mudou e com elas os valores morais e éticos mudaram e embora isso muito dificulte nossa ação, temos que colocar essas mudanças em pauta para tocar o barco pra frente. Candidatos políticos atualmente sempre estão ladeados de “propostas” e “promessas” que nem sempre são cumpridas, mas mesmo assim nós continuamos a elegê-los ano após ano; Talvez o façamos por falta de opção ou mesmo por estarmos convencidos que  está ou aquela proposta  nos beneficiará&#8230; Mas e a monarquia? Quais são suas bandeiras, suas propostas, sua visão em relação ao que acontece atualmente?  Constantemente os monarquistas são abordados e  muitas vezes hostilizados, e infelizmente parte dessa hostilização é nossa culpa já que muitas vezes  parecemos apenas um movimento histórico sem fundamentação política e econômica, daí  a importância de uma coluna “nova” que se dedique somente a  abordar  questões políticas.</p>
<p>É sem dúvida um prazer ter todos lendo o “ Política Imperial” , espero que todos nós, não só monarquistas, não só republicanos mas todos nós, possamos  levar cada dia mais a sério nosso País e um dia ter ainda mais orgulho de dizer: “ Eu sou Brasileiro!”.</p>
<p>DEUS os abençoe!</p>
<p>Allan A. Anthony</p>
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