<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>REDE ACI &#187; Destaque</title>
	<atom:link href="http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;cat=1" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.causaimperial.org.br</link>
	<description>O Portal da Causa Imperial na Internet</description>
	<lastBuildDate>Sat, 02 Feb 2013 01:30:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.4.1</generator>
		<item>
		<title>As coisas que o Sr. Santayana não vê&#8230;</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2351</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2351#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 11:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielzmouta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2351</guid>
		<description><![CDATA[Resposta da Causa Imperial ao Artigo do Jornalista Mauro Santayana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Artigo do Mauro Santayana &#8211; (http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=9&amp;id_noticia=202403)</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, colocar um post de um blog chamado “vermelho.org”, considero uma afronta quando não um desrespeito imenso para com a Causa Imperial. Além de ser uma honra imerecida que o blog teve, quando na verdade não merece nenhuma.</p>
<p>Mauro Santayana, jornalista do JB, correspondente do mesmo jornal na Europa, na década de 70, é o estereotipo clássico do jornalista brasileiro hoje: talismã da esquerda, com seu discurso jacobino, reedita não só a ignorância, mas também vitima os ouvidos dos outros com os seus preconceitos, oriundos de seu desconhecimento e da sua parcialidade.</p>
<p>No mesmo artigo, Santayana, mais uma vez mostra a seu total ranço revolucionário ao dizer: “A monarquia é um sistema que o bom senso moderno repele”.<br />
Bom, na opinião dele, o regime da Cuba, do Irão, da Coreia do Norte é o melhor que o bom senso dele aceita e o bom senso dos outros deve aceitar.</p>
<p>O realejo do seu besteirol ininterrupto continua:</p>
<p>“Há monarcas que se mantêm no Trono com discrição e absoluto respeito constitucional ao Parlamento, como são os soberanos dos países nórdicos. Mas as monarquias inglesa, holandesa e espanhola se mostram, a cada dia mais, servidoras de seus próprios interesses. Os escândalos se sucedem, em uma ofensa direta aos trabalhadores”.</p>
<p>Santayana esquece, ou não faz questão nenhuma de se lembrar, que muito dos poderes reais, nas últimas décadas, quase em todos os países monárquicos da Europa, tem sido reduzido por influencia e obra de políticos da ala esquerdista ou filo-esquerdistas.</p>
<p>Ou o sr. Santayana esqueceu do Ex-Primeiro Ministro, Jean-Claude Juncker, que o levou ao Parlamento luxemburguês um projeto de lei, e este, aprovou então uma alteração à Constituição e reduziu os poderes do chefe de Estado. O porque disso?? Simples, o Grão Duque Henrique se recusou a autorizar a Eutanásia em seu país, por uma “questão de consciência”.</p>
<p>Está ai o seu bom senso Sr. Santayana! O da tolerância, bem a moda de Herbert Marcuse: “Toda tolerância a esquerda, nenhuma a direita”. Sequer respeitou a opinião do Grão-duque Henrique enquanto pessoa.</p>
<p>Santayana também é do tipo que não olha para o próprio umbigo, ontem um dos condenados do caso do “Mensalão” assumiu o cargo como deputado, nenhuma repercussão foi escrita ou sabida de sua parte.</p>
<p>“Não obstante isso, o espírito conservador britânico tem prevalecido para conter essa manifestação de bom senso.”</p>
<p>Graças a Deus Sr. Santayana, que os britânicos não tem o seu bom senso. Pois, se tivessem eles teriam um Lula, ou quem sabe um Ahmadinejad no trono. Ou então, já imaginou uma república bolivariana em Londres,fazendo apologia as FARC&#8217;s do balcão do Palácio de Buckingham?</p>
<p>“É certo que a monarquia foi o ponto de encontro e de entendimento, na Espanha, para encerrar o capítulo do franquismo, sem choques e com o estancamento de sangue, que durou até a morte de Carrero Blanco. Mas, cumprida essa função histórica, passou a ser inútil e prejudicial ao interesse da Nação. “</p>
<p>Foi e continua sendo! E permita Deus, que sempre seja! Eu desejaria ver o senhor em seu visionarismo, permitir uma mesma colocação a outros regimes, e o senhor sabe bem os quais&#8230;.</p>
<p>Depois como jornalista o Sr. Mauro Santayana não segue ou não quer ver os outros periódicos.</p>
<p>Mais uma opinião visionária do Sr. Santayana, que aliás vai contra a opinião pública espanhola, em recente publicação o Periódico Espanhol ABC, diz que a Maioria dos Espanhóis vêem o Rei como uma salvaguarda a ruptura Espanhola.<br />
(<a href="http://www.abc.es/20121104/espana/abcp-mayoria-espanoles-como-garante-20121104.html" rel="nofollow nofollow" target="_blank">http://www.abc.es/20121104/espana/abcp-mayoria-espanoles-como-garante-20121104.html</a>)</p>
<p>O Sr. Não olha isso?? E depois vem debater ética no Jornalismo?</p>
<p>Assim fica difícil.</p>
<p>Daniel Mouta – Carioca , 30 anos, trabalhou na Casa Imperial do Brasil, membro fundador da Causa Imperial hoje é residente no Porto, Portugal. — em <a href="https://www.facebook.com/pages/Madrid/106504859386230?ref=stream&amp;viewer_id=100003934129167" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;P&quot;}" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=106504859386230&amp;extragetparams=%7B%22group_id%22%3Anull%2C%22viewer_id%22%3A100003934129167%7D">Madrid</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2351</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A corrupção no Brasil foi sempre assim? Olavo de Carvalho dá a resposta.</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2343</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2343#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 12:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielzmouta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Monarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2343</guid>
		<description><![CDATA[Publicado às 06/06/2012 Irretocável exposição de Olavo de Carvalho, sobre a corrupção no Brasil. Em resposta ao jornalista José Neumanne Pinto. Em seu programa True Outspeak de 24 de Agosto de 2011. Está também em nossa página na CausaImperial no Youtube:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="watch-uploader-info"><strong>Publicado às 06/06/2012 </strong></p>
<p>Irretocável exposição de Olavo de Carvalho, sobre a corrupção no Brasil. Em resposta ao jornalista José Neumanne Pinto. Em seu programa True Outspeak de 24 de Agosto de 2011.</p>
<p>Está também em nossa página na CausaImperial no Youtube:</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/rfQqJuptDw8?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2343</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olavo de Carvalho: A Elite Letrada do Império era de nível internacional&#8221;</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2338</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2338#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 12:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>causaimperial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2338</guid>
		<description><![CDATA[Olavo de Carvalho em palestra na OAB, disse que a Miséria Intelectual no Brasil chegou a um nível patológico. E sentencia: &#8220;A Elite letrada do Império era de nível internacional&#8221;. Para bom entendedor, meia palavra basta. A alta cultura que o Império teceu, e seus frutos que o país colheu podem ser vistos até os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olavo de Carvalho em palestra na OAB, disse que a Miséria Intelectual no Brasil chegou a um nível patológico. E sentencia: &#8220;A Elite letrada do Império era de nível internacional&#8221;. Para bom entendedor, meia palavra basta.</p>
<p>A alta cultura que o Império teceu, e seus frutos que o país colheu podem ser vistos até os dias de hoje, porém estão ameaçados.</p>
<p>A incapacidade do Brasil de produzir um elite letrada e capaz de dar um tónus a sociedade, leva a uma deterioração continuada e quase sem volta, onde se torna quase impossível dialogar a um bom e elevado nível.</p>
<p>Faz uma análise apurada e sensata da história da &#8220;inteligência&#8221; no Brasil.</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/6EyxOL0l_W8?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2338</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Elizabeth II vai assistir pela primeira vez a uma reunião do Governo Britânico</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2334</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2334#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 12:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>causaimperial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2334</guid>
		<description><![CDATA[CAUSA IMPERIAL &#8211; Quem ouvir isso achará que é uma brincadeira, um prenúncio que estamos a cinco dias do Apocalipse, mas não é a mais pura verdade. A Rainha Elizabeth II vai assistir nesta terça- feira de manhã, pela primeira vez em 60 anos de reinado a uma reunião do conselho de ministros. A última [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAUSA IMPERIAL &#8211; Quem ouvir isso achará que é uma brincadeira, um prenúncio que estamos a cinco dias do Apocalipse, mas não é a mais pura verdade.</p>
<p>A Rainha Elizabeth II vai assistir nesta terça- feira de manhã, pela primeira vez em 60 anos de reinado a uma reunião do conselho de ministros.</p>
<p>A última vez que um monarca inglês participou em uma reunião, o trono era ocupado pela Rainha Vitória, há um século atrás.</p>
<p>O anúncio da presença de Isabel II na reunião do Governo, durante “pelo menos 30 minutos”, foi feito na segunda-feira pelo Palácio de Buckingham e por um porta-voz do primeiro-ministro.</p>
<p>A participação da rainha na reunião marcada para as 9h15 em Downing Street estava “prevista há muito”, como parte das cerimónias do seu jubileu de diamante.</p>
<p>Isabel II, 86 anos, que celebrou 60 anos de reinado, estará presente “como observadora”. Deverá sentar-se à direita do primeiro-ministro, David Cameron, e à esquerda do ministro dos Negócios Estrangeiros, William Hague, explicou o porta-voz, citado pela AFP. Os ministros vão oferecer à rainha uma prenda que compraram em conjunto para assinalar o seu jubileu.</p>
<p>Historicamente, os monarcas britânicos presidiam às reuniões do Governo, mas esse prática caiu em desuso depois do reinado de Vitória. Ainda que seja a chefe de Estado, o envolvimento da rainha na gestão política é meramente formal e o seu papel essencialmente cerimonial.</p>
<p>A sua presença será curta e a reunião provavelmente formal, mas Rodney Barker, professor da London School of Economics, citado pelo site da BBC, disse que a rainha poderá “tomar conhecimento de coisas que não é suposto saber e ouvir coisas que não é suposto ouvir”.</p>
<p>A ida da rainha a Downing Street é também um acontecimento raro em si, ainda que Isabel II ali tenha estado em Julho passado, em resposta a um convite de Cameron para um almoço com primeiros-ministros do seu reinado. Estiveram presentes três dos quatro antigos chefes do Governo: Gordon Brown, Tony Blair e John Major. Faltou Margaret Thatcher.</p>
<p>Ainda esta semana, publicamos que a Rainha em visita ao Banco Central Inglês (Banco da Inglaterra) questionou, criticou, e alem de ouvir atentamente. Houve quem quis &#8220;passar a perna na idosa monarca&#8221; com jargão técnico, mas o que teve resultado contrário, ela buscou saber mais.</p>
<p>A Rainha está inquieta com algo, para bom entendedor meia palavra basta, e há quem queira minimizar os efeitos e nos confundir com uma cortina de fumaça.</p>
<p>Mas não, a visita da Rainha a uma reunião em Downing Street deixa bem claro, que Sua Majestade talvez queira se inteirar melhor do que o &#8220;seu governo&#8221; anda a fazer.</p>
<p>No Brasil, também houve uma época que era assim, foi no Segundo Reinado, quando o Imperador Dom Pedro II, fiscalizava os atos dos seus ministros de Estado, seu fatídico lapis azul também ajudava, no Trono havia o freio para qualquer tipo de sujeira.</p>
<p>Veio a República, e destruiu a obra civilizadora do Império.</p>
<p>E hoje, quem fiscaliza do Governo?</p>
<p>Fontes;<br />
(<a href="http://uk.news.yahoo.com/queen-seat-cabinet-table-032007495.html" rel="nofollow nofollow" target="_blank">http://uk.news.yahoo.com/queen-seat-cabinet-table-032007495.html</a>)<br />
(<a href="http://www.publico.pt/mundo/noticia/rainha-de-inglaterra-pela-primeira-vez-numa-reuniao-do-conselho-de-ministros-1577823" rel="nofollow nofollow" target="_blank">http://www.publico.pt/mundo/noticia/rainha-de-inglaterra-pela-primeira-vez-numa-reuniao-do-conselho-de-ministros-1577823</a>)</p>
<p>Agradecimentos a Real Associação de Viana do Castelo. — em <a href="https://www.facebook.com/pages/London-Uk/321086831274091?ref=stream" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;P&quot;}" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=321086831274091">London Uk</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2334</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2013 &#8211; 152 Anos da Caixa Ecônomica Federal &#8211; Uma Instituição do Império.</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2328</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2328#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 12:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielzmouta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Monarquia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2328</guid>
		<description><![CDATA[No dia 12 de Janeiro de 1861 o Imperador Dom Pedro II assinou o decreto 2.723 que aprovava a criação de uma Caixa Econômica e um Monte de Socorro na Corte. (Imperial Caixa Econômica e Monte Socorro) Cuja finalidade era de conceder empréstimos e de estimular o hábito de poupar entre a população até então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 12 de Janeiro de 1861 o Imperador Dom Pedro II assinou o decreto 2.723 que aprovava a criação de uma Caixa Econômica e um Monte de Socorro na Corte. (Imperial Caixa Econômica e Monte Socorro)</p>
<p>Cuja finalidade era de conceder empréstimos e de estimular o hábito de poupar entre a população até então tida como imprevidente, recebendo pequenas poupanças das classes menos abastadas, incluindo os escravos, que podiam economizar para suas cartas de alforria, pagando juros de 6% a.a., garantindo o governo imperial a restituição dos depósitos a ela confiados.</p>
<p>Antes da criação do Monte de Socorro, existiam no Brasil centenas de casas de penhor, mais conhecidas como Casas de Prego. A origem desse nome deu-se porque era costume dos donos desses estabelecimentos colocarem as jóias empenhadas num prego bem alto, na entrada das lojas, à vista de todos os possíveis interessados em adquiri-las em leilão, caso os verdadeiros donos não pudessem resgatá-las.</p>
<p>O Monte de Socorro na Corte foi inspirado nos Montes Pio ou Montes de Piedade europeus e tinha por finalidade emprestar, por módico juro e sob penhor, as quantias necessárias para socorrer as necessidades urgentes das classes menos favorecidas, que não tinham acesso a estabelecimentos bancários, principalmente para contrair empréstimos. Instalada na Cadeia Velha, na Rua da Misericórdia, hoje Palácio Tiradentes, a Caixa Econômica do Monte de Socorro emprestava pequenas somas sob a garantia de metais preciosos, brilhantes e outros valores. Às 9h da manhã de uma segunda-feira, 4 de novembro de 1861, 10 meses depois da assinatura do decreto por D. Pedro II, a Instituição começou oficialmente suas operações no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 2013, comemora 152 anos de existência, ainda guardando as poupanças de milhões de Brasileiros. E resistindo aos mandos e desmandos dos sucessivos governos.
<a href='http://www.causaimperial.org.br/?attachment_id=2330' title='caix'><img width="150" height="150" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/caix-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="caix" title="caix" /></a>
<a href='http://www.causaimperial.org.br/?attachment_id=2329' title='cef'><img width="150" height="150" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/cef-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="cef" title="cef" /></a>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2328</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rafael, o Anjo Negro de Pedro II.</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2324</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2324#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 11:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielzmouta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Monarquia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2324</guid>
		<description><![CDATA[Hoje fazendo uma limpeza nos meus arquivos, achei uma preciosidade que decidi partilhar aqui. A História Brasileira é ingrata quando não revisionista, pincelada por historiadores de cunho marxista que só enxergam revolução e luta de classe. Pois bem, em meus arquivos achei uma brochura do livro do insigne historiador de Santa Cruz, Benedicto Freitas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje fazendo uma limpeza nos meus arquivos, achei uma preciosidade que decidi partilhar aqui. A História Brasileira é ingrata quando não revisionista, pincelada por historiadores de cunho marxista que só enxergam revolução e luta de classe.</strong></p>
<p><strong>Pois bem, em meus arquivos achei uma brochura do livro do insigne historiador de Santa Cruz, Benedicto Freitas em seu livro: “Santa Cruz, Fazenda Jesuítica, Real e Imperial – Tomo III 1987”, onde conta a história do pagem de Dom Pedro II.</strong></p>
<p><strong>Rafael, que era um rapaz negro veterano da Guerra da Cisplatina, foi encarregado de cuidar de Dom Pedro II, então de tenríssima idade pelo seu pai o Imperador Dom Pedro I, quando este regressou a Portugal.</strong></p>
<p><strong>Rafael, foi mandado vir em 1821 do sul, Pedro I conhecia-o bem. Foi um protetor incansável e extremamente abnegado de Pedro II ainda menino.</strong></p>
<p><strong>Dormia no mesmo quarto, evitava que o Imperador chorasse ou se assustasse “com medo das almas de outro mundo” e outras fantasias tão próprias da solidão, em que prevaleciam estudo áridos, religião, serões insípidos e jogos de mesa silenciosamente praticados – era a educação principesca!</strong></p>
<p><strong>Nisso relata-nos Benedito Freitas:</strong></p>
<p><em><strong>“ Incumbido da guarda e proteção de Dom Pedro II ainda em tenra idade, foi de uma dedicação tal que, até determinadas atribuições das Damas, ele as executava com desembaraço e plena eficiência.</strong></em></p>
<p><em><strong>Dava-lhe os banhos habituais tendo todo o cuidado com a temperatura da água, bem morna sem ser quente, mudava-lhe a roupa e cobria na cama, cabeça de fora, a bela criança pedia ao seu Anjo Negro para contar histórias e outras coisas em que era fértil seu leal servidor.</strong></em></p>
<p><em><strong>Certo dia Dona Leopoldina, ficou enternecida ao contemplar Rafael aquecendo a mamadeira do Menino-Imperador.</strong></em></p>
<p><em><strong>Quando Dom Pedro II não sabia a lição, corria para Rafael pedindo-lhe para o esconder, embora fosse condicionado sempre, que seria a “última vez”&#8230;.Mais tarde Dom Pedro II ensinou Rafael a ler. Por muito tempo Rafael foi 1º Criado Particular do Imperador e em todas as viagens, mesmo ao estrangeiro, o acompanhou de perto.</strong></em></p>
<p><em><strong>A figura quase lendária de Rafael é amplamente descrita no belo livro de Múcio Teixeira, que foi comensal do Imperador por mais de trinta anos, “O Negro da Quinta Imperial”. Rafael contava com 98 anos quando Dom Pedro II foi deposto.</strong></em></p>
<p><em><strong>O “Anjo Negro” do Imperador ignorava o doloroso episódio da prisão do seu amo. Múcio conta a cena da comunicação ao leal macróbio, nas seguintes linhas: “ Manhã sombria. Uma chuva miúda caira pela madrugada do dia 16 de Novembro de 1889.</strong></em></p>
<p><em><strong>As vastas alamedas da Quinta Imperial estavam desertas&#8230;.Rafael, mal raiara a aurora, abandonou seus aposentos, nos baixos do torreão sul, e, muito tremulo, amparado por um rijo bastão, deu início ao seu passeio habitual. Velho e cansado, passara o dia anterior preso ao leito, ignorando que a República havia sido “proclamada” no Brasil.</strong></em></p>
<p><em><strong>Vagarosamente caminhava, ouvindo o gorgeio dos pássaros e contemplando, com olhar nostálgico, os lagos sonolentos. Fitava também os bosques sombrios e admirava a Natureza exuberante. Quantas daquelas árvores gigantescas ele vira nascer, florir e envelhecer!</strong></em></p>
<p><em><strong>Caminhava e meditava, olhando também para o passado, para a sua longínqua mocidade! Quantos sonhos desfeitos!</strong></em></p>
<p><em><strong>“Como é triste envelhecer!” &#8211; murmurava o velho págem imperial. Ao chegar ao portão da Coroa, já ofegante, observou com espanto dois soldados que davam “vivas a república”!  </strong></em></p>
<p><em><strong>Sempre meditando, lentamente regressou ao Paço. Ao aproximar-se do solitário Palácio Imperial, viu o bibliotecário Raposo muito agitado, com cabelos revoltos, andando de um lado para outro lado&#8230;<br />
</strong></em></p>
<p><em><strong>Rafael, muito cansado, curvado e tremulo, sempre amparado pelo seu bastão, dirigiu-se ao bibliotecário do Paço e interrogou-lhe : “Seu Raposo, você enlouqueceu?”  Parando diante do Rafael, o Raposo, como louco, bradou: “Rafael, tu não sabes que ontem foi proclamada a República e que teu Senhor está preso no Paço da Cidade??”.</strong></em></p>
<p><em><strong>Rafael, atordoado, deixou cair o forte bastão, no qual a vinte anos se apoiava seu débil corpo; curvado, ergueu-se, cresceu&#8230;O seu olhar morto e nostálgico, transfigurou-se, como que iluminado por clarões estranhos.</strong></em></p>
<p><em><strong>Levantou o braço direito para o céu e exclamou com voz comovente e sonora: “Que a Maldição de Deus caia sobre a cabeça dos algozes do meu Senhor!”</strong></em></p>
<p><em><strong>E em seguida rolou por terra: estava morto.”</strong></em></p>
<p><strong>São as &#8220;pequenas&#8221; grandes Histórias do Brasil Império, que não são contadas nas Escolas e não fazem parte do currículo, que lamentavelmente fazem-se esquecer nas prateleiras do esquecimento, legando ao Brasil uma cultura de botequim, moldada e forjada pelos sensos comuns grotescos que vemos nas novelas.</strong></p>
<p><strong>Daniel Zumelzu Mouta &#8211; Carioca, 30 anos é membro fundador da Causa Imperial, trabalhou na Casa Imperial do Brasil em São Paulo, hoje residente no Porto, Portugal.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2324</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>General Couto de Magalhães durante o golpe da República em São Paulo</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2312</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2312#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 19:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rgsaugusto@gmail.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2312</guid>
		<description><![CDATA[Na época não havia internet, mas o telégrafo cumpria bem a sua função. Na tarde de 15 de novembro de 1889, o então presidente da província de São Paulo, General Couto de Magalhães, já tinha conhecimento do golpe militar ocorrido no Rio de Janeiro. Nessa noite, a sede do Clube Republicano paulista fervilhava. Por aclamação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na época não havia internet, mas o telégrafo cumpria bem a sua função. Na tarde de 15 de novembro de 1889, o então presidente da província de São Paulo, General Couto de Magalhães, já tinha conhecimento do golpe militar ocorrido no Rio de Janeiro.<br />
<a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/golpedarepublica1.jpeg" rel="lightbox"><img src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/golpedarepublica1.jpeg" alt="" title="golpedarepublica1" width="300" height="253" class="aligncenter size-full wp-image-2313" /></a></p>
<p>Nessa noite, a sede do Clube Republicano paulista fervilhava. Por aclamação, Prudente de Moraes, Rangel Pestana e o Major Souza Mursa deveriam governar o estado provisoriamente. Uma comissão formada por Campos Sales, Rangel Pestana, Martinho Prado Jr., entre outros, dirigiu-se para o Palácio do Governo, então no Pátio do Colégio, para dar conta da escolha do novo governo constituído. Pediram que Couto de Magalhães entregasse a administração da província, porém o velho militar, veterano da Guerra do Paraguai, recusou a solicitação. Havia sido empossado em seu cargo por um governo legalmente estabelecido e só por ordem de outro, igualmente legal, se retiraria. Achava que a “quartelada carioca” não vingaria.</p>
<p>Mas, no dia seguinte, confirmada a notícia do golpe, da deposição do imperador e da prisão do ministério, Couto de Magalhães acabou por entregar o poder à junta e deixou o palácio entre alas respeitosas de populares, acompanhado por Prudente de Moraes.<br />
<a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/gencoutodemagalhaes.jpg" rel="lightbox"><img src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/gencoutodemagalhaes.jpg" alt="" title="gencoutodemagalhaes" width="214" height="226" class="aligncenter size-full wp-image-2314" /></a><br />
Couto de Magalhães, monarquista convicto, recusou-se a participar do novo regime imposto. Convidado pelo Conselheiro Leôncio de Carvalho, como membro do Liceu de Artes e Ofícios, a juntar-se à delegação que ia visitar as autoridades recém-empossadas, recusou: “Tendo, porém, sido há pouco funcionário de alta confiança do governo decaído, julgo que a minha ida a palácio para cumprimentar oficialmente o governo provisório não teria outro efeito além de aumentar de mais um nome a longa lista daqueles que os republicanos antigos devem considerar como pretendentes importunos dos proventos e honras de uma situação que não ajudaram a criar”.</p>
<p>Republicanos de segunda, terceira, quarta e quinta hora é que não faltaram. Sobretudo na Câmara de São Paulo, onde somente três vozes se levantaram contra o golpe militar. Um dos mais veementes foi o vereador Vicente Pereira da Silva: “(…) se tivesse de atender unicamente as conveniências públicas, desde já prometeria (…) franca e leal coadjuvação aos que, a 15 do corrente mês, fundaram provisoriamente um novo regime político para esta grande nação, sob a ditadura militar; porque os povos precisam que, de tempos em tempos, se lhes sequestrem as liberdades para saberem o valor que elas tem (…). Até então, em nome da ordem, contribuirei, como puder, para a conservação da paz, mesmo porque movimentos políticos só servirão para justificar a manutenção do poder discricionário, medicamento violento que deve cessar, mal o doente pareça restabelecido”.</p>
<p>Quatro dias após a proclamação militar carioca, a câmara paulista baniu o restante dos símbolos monárquicos da cidade. Martinho Prado Jr. e outros vereadores instituíram novas designações para as ruas do centro da cidade. Na lista abaixo algumas das principais ruas cujas nomenclaturas foram alteradas.</p>
<p>Lista das principais ruas com nomes alterados:</p>
<p>    Rua do Imperador -> Rua Marechal Deodoro<br />
    Rua da Imperatriz -> Rua XV de Novembro<br />
    Rua da Princesa -> Rua Benjamin Constant<br />
    Rua Conde D’Eu -> Rua do Glicério<br />
    Rua do Príncipe -> Rua Quintino Bocaiúva<br />
    Rua de São José -> Rua Líbero Badaró<br />
    Praça 7 de Abril -> Praça da República</p>
<p>No mapa de 1881, ruas ainda com os nomes imperiais.</p>
<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/saopaulo1881.jpg" rel="lightbox"><img src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/saopaulo1881-300x300.jpg" alt="" title="saopaulo1881" width="300" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2315" /></a></p>
<p>Nos dias que se seguiram, Leôncio de Carvalho e Couto de Magalhães trocaram diversas farpas pelas páginas do Diário Popular. O velho conselheiro retrucou a carta pública de recusa de Couto em ir cumprimentar os novos dirigentes e recebeu tréplica, na qual o governador deposto afirmava: “Isto, para mim, se é que é queda da monarquia, ainda não é estabelecimento da República, senão em nome, ainda não estou certo se caminhamos para ela ou se nos afastamos”. E, parafraseando o Ministro do Interior recém-empossado, afirmava que o povo não havia tomado parte no movimento, mas sim “assistiu (…) bestificado, como quem assiste a uma parada”. A queixa contra a mudança dos símbolos nacionais também estava presente: “Constou aqui que o marechal Deodoro queria a continuação da bandeira nacional, com eliminação apenas da coroa. (…) No entanto, prevaleceu a bandeira com o lema positivista – ordem e progresso; somos a única nação do mundo que tem nisso um letreiro, o que é tão supinamente ridículo, que o povo aqui a denominou – bandeira marca cometa!”.</p>
<p>A indignação de Couto de Magalhães quanto à falta de previsão de uma nova constituinte iria se arrastar durante mais de um ano. Uma nova Carta Magna só seria promulgada em 1891 e, diferente da monarquia, que defendia a pluralidade de ideias e que não impediu o surgimento de partidos republicanos, proibia que fossem discutidos outras formas de governo que não o republicano.</p>
<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/ogolpedarepublica.jpg" rel="lightbox"><img src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/12/ogolpedarepublica-238x300.jpg" alt="" title="ogolpedarepublica" width="238" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2316" /></a><br />
Em charge da época, o Imperador D.Pedro II é derrubado do trono.</p>
<p>Não sendo instituída pelo povo, não tendo sustentação das massas, a república brasileira fez-se pela força militar. O símbolo máximo da monarquia brasileira, a família imperial, seria banida por mais de trinta anos. Uma geração inteira cresceu sob a propaganda positivista, que demonizava a monarquia, transformando D. João VI em um glutão comedor de frangos, D. Pedro I em um devasso e D. Pedro II em um pseudossábio dorminhoco que se importava mais com múmias e aprender aramaico do que lidar com o governo de seu país.</p>
<p>Origem do Texto Site São Paulo Antiga</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2312</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Climagate &#8211; Mais uma falcatrua (internacional)!</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2304</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2304#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 17:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>causaimperial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Falcatruas]]></category>
		<category><![CDATA[Climagate]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2304</guid>
		<description><![CDATA[Você ja ouviu falar do Climagate? E que o Clube de Roma na década de 60 disseram que no ano 2000 a fome no mundo estaria erradicada, sob a bandeira da paz mundial? Pois bem, suas previsões falharam redondamente. Mais uma vez, o mundo juntamente com uma elite endinheirada bastante astuta lança mais uma artimanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você ja ouviu falar do Climagate? E que o Clube de Roma na década de 60 disseram que no ano 2000 a fome no mundo estaria erradicada, sob a bandeira da paz mundial? Pois bem, suas previsões falharam redondamente. Mais uma vez, o mundo juntamente com uma elite endinheirada bastante astuta lança mais uma artimanha para iludir incautos.</p>
<p>A <del>Nova Ordem Mundial</del> perita em ludibriar mentir e mascarar sofreu um terrivel golpe quando uma enorme quantidade de emails e documentos foram hackeados da Unidade de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, que fazem parte de da comunicação entre influentes cientistas pró-aquecimento global na qual mostram claramente a manipulação de dados, conspiração para falsificação de dados em face do declínio de temperaturas globais para suportar a premissa de que fatores causados pelo homem elevaram a temperatura do planeta.</p>
<p>Outros emails mostram como estes cientistas embarcaram em uma campanha coordenada e venenosa para desacreditar céticos do clima e usar sua influencia para evitar que relatórios dissidentes aparecessem em jornais peer-reviewed , tão bem como coleguismo para evitar aderência a pedidos de Liberdade de Informação.</p>
<p>Até agora a universidade nem os cientistas tentar questionar a autenticidade dos documentos e emails em questão.</p>
<p>A imprensa de massa sai correndo para tentar conter os danos, mudando a história para dizer que os emails são evidencia do &#8220;rancor&#8221; contra a comunidade do clima e focando em emails menos importantes ao mesmo tempo que ignorando a real significancia do que foi revelado. Alguns outros meios de comunicacao de massa focaram no fato de os emails terem sido hackeados, como foi o caso da BBC.</p>
<p>Um dos emails sob escrutínio, escrito por Phil Jones, o diretor do centro, em 1999, diz:<strong> &#8220;Eu acabei de completar o truque na Nature (jornal científico) ao aumentar as temperaturas reais a cada série para os últimos 20 anos (ex: de 1981 atéhoje) e de 1961 para keith para esconder o declínio da temperatura&#8221;</strong>, reportou o jornal London Telegraph.</p>
<p>Andrew Bolt, do heraldsun da Austrália diz que este pode ser &#8220;o maior escândalo da ciência moderna&#8221; e que estes cientistas estariam envolvidos em : &#8220;Conspiração, conluio em exagerar dados do aquecimento global, destruição possivelmente ilegal de informações embaraçosas, a resistência organizada à divulgação, manipulação de dados, as admissões privada de falhas em seus trabalhos públicos e muito mais.&#8221;</p>
<p>Fonte:</p>
<p>http://www.libertaddigital.com/ciencia/el-watergate-climatico-la-farsa-del-calentamiento-global-al-descubierto-1276376962/</p>
<p>http://www.anovaordemmundial.com/2009/11/climagate-prova-final-contra-o.html</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/oC3zqFSp7_8?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2304</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Presidencialismo, Parlamentarismo, Monarquia</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=1209</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=1209#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Nov 2012 15:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Anthony</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política Imperial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=1209</guid>
		<description><![CDATA[Anos após a escolha da República Presidencialista para ser nosso sistema e forma de governo respectivamente, muitas dúvidas ainda permeiam a mente de vários brasileiros. Longe de pretender ser um ‘tratado” sobre as formas e sistemas de governo, abaixo elenco algumas definições que poderão ajudar  o leitor a diferenciar cada um dos sistemas e formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anos após a escolha da República Presidencialista para ser nosso sistema e forma de governo respectivamente, muitas dúvidas ainda permeiam a mente de vários brasileiros.</p>
<p>Longe de pretender ser um ‘tratado” sobre as formas e sistemas de governo, abaixo elenco algumas definições que poderão ajudar  o leitor a diferenciar cada um dos sistemas e formas de governo.</p>
<p>O governo é  uma autoridade governante de uma  unidade política, tendo assim o poder de regrar uma sociedade politicamente.</p>
<p>Para que a unidade política governante seja de fato reconhecida dentro do Estado democrático de Direito é necessário acima de qualquer coisa que esta mesma autoridade seja Legal e Legítima.</p>
<p>Legal, pois atende completamente aos requisitos da lei que vigora no período em que se governa,  e Legítima quando o povo através do voto e da  manifestação geral aprova em maioria larga os atos daquele  corpo governante.</p>
<p>O governo é ordinariamente utilizado como símbolo de instância máxima de uma determinada administração executiva, normalmente relacionada com a liderança de um Estado.</p>
<p>A forma do governo pode ser:<br />
<strong><br />
República ou Monarquia;</strong></p>
<p>E o sistema de governo pode ser:</p>
<p><strong> Parlamentarismo, Presidencialismo, Constitucionalismo ou Absolutismo.</strong></p>
<p>Há também na doutrina de linha minoritária alguns doutrinadores que consideram uma forma de governo intitulada Anarquismo. Contudo, como no Anarquismo há a falta de governo ou de outra autoridade capaz de manter o equilíbrio da estrutura política, social, econômica  não se pode afirmar categoricamente que  tal conceito  é verídico.</p>
<p>Segundo Celso Bastos em seu livro “Teoria Geral do Estado e Ciência Política”:</p>
<p>“ Onde há anarquia não há sociedade.”</p>
<p>Sistema de governo <strong>não </strong>deve ser confundido com a forma de governo, pois este termo diz respeito ao modo como se relacionam os poderes.</p>
<p><strong>PRESIDENCIALISMO</strong></p>
<p>O presidencialismo é um sistema de governo em que o líder do poder executivo é escolhido pelo povo para mandatos já definidos em lei constitucional acumulando a função de chefe de Estado e chefe de Governo.</p>
<p>O presidente é o chefe de Estado, e é ele que escolhe os chefes dos Ministérios. O Legislativo, o Judiciário e o Executivo são independentes entre si e funcionam em harmonia, tendo, desta maneira, como base doutrinária a teoria política de separação e controle recíproco dos poderes, de Montesquieu, que escreveu: &#8220;O poder deve limitar o poder.&#8221;</p>
<p>Neste sistema, o presidente não se subordina ao Parlamento nem pode nele interferir. Entre suas atribuições estão a de liderar a vida política da nação, representar o país interna e externamente, comandar as forças armadas, firmar tratados, encaminhar projetos de lei ao Congresso, responder pela administração e pelas decisões nos setores do executivo e escolher os ministros de estado.<br />
<strong><br />
PARLAMENTARISMO</strong></p>
<p>O Parlamentarismo é um sistema de governo em que o Parlamento, que é o Poder Legislativo, oferece apoio direito ou indireto para o poder executivo. Assim, o poder executivo necessita do poder do parlamento para ser formado e para governar.</p>
<p>No parlamentarismo, o poder executivo é, normalmente, exercido por um primeiro-ministro, chamado de Chanceler ou Premier.</p>
<p>O sistema parlamentarista tem uma importante vantagem sobre o sistema presidencialista, porque o parlamentarismo é mais flexível. O primeiro-ministro pode ser trocado com certa rapidez e o parlamento pode ser destituído. No caso do presidencialismo, o presidente, na maioria dos casos, cumpre seu mandato até o fim, mesmo havendo crises políticas.</p>
<p><strong>MONARQUIA</strong></p>
<p>Monarquia é uma forma de governo em que um cidadão governa como chefe de Estado, de maneira vitalícia ou até sua abdicação, sendo o poder supremo exercido por este monarca.</p>
<p>A monarquia Absoluta foi muito comum nos países da Europa durante a Idade Média e Moderna, porém este sistema de governo entrou em declínio vindo a ser substituído pelo Constitucionalismo Monárquico.</p>
<p>Numa monarquia parlamentarista, o monarca exerce a chefia de Estado, os poderes são em grande parte  apenas protocolares e todas suas funções de moderador político são determinados pelos atos do parlamento (grã-bretanha) ou pela  Constituição, onde tem como função resolver impasses políticos, proteger a Constituição e os súditos de projetos de leis que contradizem as leis vigentes ou não fazia parte dos planos de governos defendidos em campanhas eleitorais.</p>
<p>A chefia de governo é exercida por um primeiro-ministro eleito que logo após é investido cerimonialmente pelo monarca ( no caso do sistema vigente na Grã-Bretanha), ou  no caso de grande parte dos  países monárquicos o primeiro ministro é nomeado pelo monarca e é aprovado pelos parlamentares após a apresentação do seu gabinete ministerial e do seu plano de governo, podendo ser derrubado pelo Parlamento por meio de uma moção de censura.<a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/02/2701222056_722157a14c.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1210" title="2701222056_722157a14c" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/02/2701222056_722157a14c.jpg" alt="" width="500" height="349" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=1209</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Editorial da Causa Imperial &#8211; 15 de Novembro de 2012.</title>
		<link>http://www.causaimperial.org.br/?p=2269</link>
		<comments>http://www.causaimperial.org.br/?p=2269#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 13:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>causaimperial</dc:creator>
				<category><![CDATA[ACI]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Família Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Monarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Política Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[República]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.causaimperial.org.br/?p=2269</guid>
		<description><![CDATA[EDITORIAL DA CAUSA IMPERIAL Hoje, a 123 Anos atrás o Brasil, em plena madrugada, meia dúzia de traidores com meia dúzia de baderneiros e um Marechal de Exército com sua masculinidade ferida, trocaram uma Dinastia Honesta e íntegra, por uma república de caudilhos e ladrões! Em 67 anos de Império Brasileiro, esta Terra soube mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EDITORIAL DA CAUSA IMPERIAL</p>
<p>Hoje, a 123 Anos atrás o Brasil, em plena madrugada, meia dúzia de traidores com meia dúzia de baderneiros e um Marechal de Exército com sua masculinidade ferida, trocaram uma Dinastia Honesta e íntegra, por uma república de caudilhos e ladrões!</p>
<p>Em 67 anos de Império Brasileiro, esta Terra soube mostrar não só pelos seus Soberanos mas também pelos seus agentes na Política Imperial, e pelo povo de então, a verdadeira capacidade de se fundar um País com bases sólidas e invejáveis. E criou nesta porção de terra austral o que veio a ser o 11º Império da História da Humanidade. Este Império oriundo do Império Português, que acabou em 1999. Teve a magnífica sorte de não se fragmentar em minúsculas quando não, títeres, repúblicas sul-americanas, como foi a corrosão e a dissolução do Império Espanhol o restante da Sul América.</p>
<p>Dom João VI, foi o Fundador do Brasil Moderno, sua visão de Estadista, junto com muitos políticos de renome do então Reino do Brasil, como o Visconde de Cairu, Bonifácio entre outros, foram essenciais para a formação da identidade brasileira como Nação.  Esta mudança de condição de mera colónia distante, fez nascer no nosso seio a esperança de no futuro esta grande e próspera Nação viesse ser o &#8220;Príncipe Regente&#8221;, das demais Nações Latino-Americanas. Sua presença no Brasil foi essencial.</p>
<p>Dom Pedro I, embora tivesse muito despreparo pessoal, em nenhum momento se demonstrou a ser indigno do Cargo que ocupava. Muito pelo contrário, muito do seu esforço pessoal está presente até hoje na delimitação de nosso patrimônio cultural e territorial. Embora parecesse bruto ou desajeitado, esse grande homem, de um coração enorme para os que conheciam de perto, nos deixou um imenso território, uma Constituição, um País e um herdeiro.</p>
<p>A Imperatriz Dona Leopoldina, com sua sensibilidade e educação, apoiou de maneira incontestável todo o processo de emancipação da Lusitânia Casa paterna. E foi de fato a primeira mulher na América a se tornar governante. E governante de um recém nascido Império.</p>
<p>A coroação dessa história Imperial, desemboca na incrível pessoa de Dom Pedro II. Ele com seu profundo amor e patriotismo coroou o apogeu do que veio a ser o Império Brasileiro. Durante 49 anos de seu longo e próspero reinado, Dom Pedro II, junto com homens públicos altamente gabaritados e preparados, atuaram em nossa política e criaram bases sólidas para a criação do Brasil Contemporâneo, tal e qual conhecemos hoje.</p>
<p>Grande parte das instituições do Brasil Imperial funcionam nos dias de hoje.</p>
<p>Pedro II e sua esposa a Imperatriz Teresa Cristina, até hoje são, os exemplos que vem a cabeça do Brasileiro, minimamente letrado e informado, do bom e honesto homem de família e governante. Dom Pedro II, além de ser soberano, foi um exemplo de vida para qualquer ser humano.</p>
<p>A Princesa Isabel veio a ser a pessoa que pagou pessoalmente o preço por toda a coerência que herdara de sua família. Seu pai, assim como seus avôs foram profundamente abolicionistas, mas estes sabiam que a escravidão não poderia ser realizada da noite para o dia. Mas com ela foi. Em todas as vezes que a Princesa exerceu de modo invejável o seu papel de Regente. Respeitou e cumpriu as leis do Brasil. Mas a sua visão era por demasiado progressista para a sua época.</p>
<p>A Princesa combateu a escravidão, e a eliminou, desejava o sufrágio feminino, e a reforma de muitos aspectos da sociedade de então. Conservou até o fim da vida seu amor pela sua terra natal.</p>
<p>Na calada da noite, com sabotagens deliberadas veio a República. Com mentiras, e ocultando fatos ao Imperador, uma camarilha bem apetrechada coordenada por Benjamim Constant Botelho e Magalhães, pois tudo a perder.</p>
<p>Todo aquele titânico trabalho foi jogado no lixo. A república no seu primeiro decreto se disse provisória, e assim ficou até 1993. Depois, a consciência pesou e tentaram subornar o Imperador [começou aí]. O Imperador em seu último ato de patriotismo, disse que aquele dinheiro pertencia aos cofres da Nação. Vendo que ele não cedia decidiram bani-lo.</p>
<p>O Império do Brasil, em 67 anos de existência forjou uma alta cultura, o desenvolvimento e forjou verdadeiros homens.</p>
<p>A Família Imperial do Brasil, soube nesses duzentos anos amar e respeitar em todo momento, todo legado e património do Brasil. Que hoje é demonstrado por Dom Luiz, Dom Bertrand e Dom Antônio.  Eu, como poucos brasileiros, tive a enorme honra e oportunidade de conviver e atuar na Sede da Casa Imperial, conheci lá grandes amigos, alguns já nem mais estão neste mundo, como o Conselheiro Gustavo Cintra do Prado, o Sr. António Augusto.</p>
<p>Não posso de maneira nenhuma negar todos os bons exemplos e todo preparo que de maneira direta e indiretamente recebi dessas pessoas. E ainda recebo, agora em menor escala do Sr. José Carlos Sepulveda da Fonseca (moderador da Causa Imperial e secretário dos Príncipes) que constantemente está com sua família em Lisboa.</p>
<p>A Causa Imperial, luta e age de forma totalmente voluntária. Não recebemos nenhum subsídio, nenhum suborno e nenhuma agiotagem política. E nem queremos!</p>
<p>A Mensagem que deixo a todos os brasileiros, é que busquem a copiar o exemplo do Imperador e da Família Imperial, que mesmo na sua simplicidade dá grandes exemplos de amor e dedicação ao Brasil.</p>
<p>E que procurem estudar e se aprimorar cada vez mais, lendo e procurando saber das VERDADES históricas, de como muito dos movimentos revolucionários políticos e culturais, todos eles esquerdistas, conseguiram com sucesso varrer quase todos os Tronos do mundo.</p>
<p>Um forte abraço a todos os amigos e monarquistas,</p>
<p>Daniel Mouta &#8211; Daniel Mouta, carioca, 30 anos, é membro fundador da Causa Imperial. Hoje residente em Portugal.</p>
<p><a href="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Monograma-de-Dom-Pedro-II.png" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-full wp-image-2272" title="Monograma de Dom Pedro II" src="http://www.causaimperial.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Monograma-de-Dom-Pedro-II.png" alt="P.II.Imp" width="238" height="297" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.causaimperial.org.br/?feed=rss2&#038;p=2269</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
